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PNAD Contínua: taxa de desocupação fica em 13,6% no trimestre encerrado em abril de 2017

A taxa de desocupação foi estimada em 13,6% no trimestre móvel encerrado em abril de 2017, ficando 1,0 ponto percentual acima da taxa do trimestre que terminou em janeiro (12,6%). Na comparação com o mesmo período de 2016 (11,2%), o quadro também foi de acréscimo (2,4 pontos percentuais).

A população desocupada (14,0 milhões de pessoas) cresceu 8,7 % em relação ao observado entre novembro de 2016 e janeiro de 2017 (12,9 milhões de pessoas), um acréscimo de 1,1 milhão de pessoas não ocupadas na procura por trabalho. No confronto com igual trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 23,1%, um aumento de cerca de 2,6 milhões de pessoas desocupadas na força de trabalho.

Já a população ocupada (89,2 milhões de pessoas) caiu 0,7%, quando comparada com o trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (89,9 milhões de pessoas). Em comparação com igual trimestre de 2016, quando o total de ocupados era de 90,6 milhões de pessoas, houve queda de 1,5%, uma redução de 1,4 milhão de pessoas.

O número de empregados com carteira assinada (33,3 milhões) reduziu 1,7% (menos 572 mil pessoas) na comparação com o trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (33,9 milhões). Frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2016, houve queda de 3,6%, o que representou a perda de aproximadamente 1,2 milhão de pessoas nessa condição.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 2.107) ficou estável frente ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (R$ 2.095) e também em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.052).

A massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos (R$ 183,3 bilhões) ficou estável em relação ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (R$ 183,5 bilhões) e frente ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 181,2 bilhões).

A publicação completa da PNAD Contínua pode ser acessada aqui.

Os indicadores da Pnad Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em abril de 2017 foi calculada a partir das informações coletadas em fevereiro/2017, março/2017 e abril/2017. Nas informações utilizadas para o cálculo dos indicadores para os trimestres móveis encerrados em março e abril, por exemplo, existe um percentual de repetição de dados em torno de 66%. Essa repetição só deixa de existir após um intervalo de dois trimestres móveis. Mais informações sobre a metodologia da pesquisa estão disponíveis aqui.

No trimestre móvel encerrado em abril de 2017, havia cerca de 14,0 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente representou aumento de 8,7% (1,1 milhão de pessoas) frente ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017, quando essa população havia sido estimada em 12,9 milhões de pessoas. No confronto com igual trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 23,1%, significando um aumento de cerca de 2,6 milhões de pessoas desocupadas na força de trabalho.

O contingente de ocupados foi estimado em 89,2 milhões no trimestre de fevereiro a abril de 2017. Essa estimativa representou queda de 0,7%, quando comparada com o trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (menos 615 mil pessoas ocupadas). Em comparação com igual trimestre do ano passado, quando o total de ocupados era de 90,6 milhões de pessoas, foi registrada queda de 1,5%, representando redução de 1,4 milhão de pessoas.

O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada, estimado em 33,3 milhões de pessoas, caiu 1,7% na comparação com trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (menos 572 mil pessoas). Frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2017, houve queda de 3,6%, o que representou a perda de aproximadamente 1,2 milhão de pessoas nessa condição.

A categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,3 milhões) ficou estável em relação a novembro de 2016 a janeiro de 2017, mas subiu 3,1% frente ao mesmo período do ano anterior (mais 306 mil pessoas).

Tanto o contingente de trabalhadores domésticos (6,1 milhões) quanto o de empregados no setor público (11,0 milhões) ficaram estáveis em relação ao trimestre encerrado janeiro de 2017, e também em relação ao mesmo período do ano anterior.

O número de empregadores (4,1 milhões) apresentou estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 e aumento de 10,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, mais 395 mil pessoas.

A categoria das pessoas que trabalharam por conta própria (22,3 milhões) se manteve estável em relação ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017. Na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2016, houve queda de 3,1%, um decréscimo de 702 mil pessoas nessa condição.

Na análise do contingente de ocupados por grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017, houve expansão nos grupamentos indústria geral (1,8%) e alojamento e alimentação (3,0%). No mesmo período, houve queda nos grupamentos agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-2,4%), construção (-4,1%) e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (-2,6%). Nos demais grupamentos, o quadro foi de estabilidade.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.107, mostrando estabilidade frente ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (R$ 2.095) e em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.052).

Quando analisado por grupamentos de atividade, com exceção dos trabalhadores domésticos, que tiveram alta de 1,9% no rendimento em relação ao trimestre móvel de novembro de 2016 a janeiro de 2017, todos os demais grupamentos se mantiveram estáveis nessa comparação.

A massa de rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimada em R$ 183,3 bilhões de reais, apresentando estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 e frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

Copiado da página na rede mundial de computadores do IBGE, em 31/05/2017.

ENTENDA A PROPOSTA DE MUDANÇA DA JORNADA DE TRABALHO DE 12 HORAS*

O governo do presidente Michel Temer pretende apresentar, até o fim do ano, uma proposta de reforma trabalhista. O objetivo é mudar a lei de 1940. Cabe dizer que ainda não foi divulgado nenhum texto base para a mudança, mas algumas possíveis propostas, como a jornada de trabalho de 12 horas causou reboliço.

Mas o próprio governo fez questão de anunciar que não deve mexer nos direitos básicos do trabalhador, como férias, descanso semanal remunerado, por exemplo.

A reforma está em discussão há alguns meses, e a principal mudança seria no contrato de trabalho, onde dois novos modelos passariam a existir: o contrato por hora trabalhada e o por produtividade, além daquele já existente na atual legislação, o que remunera o trabalhador por jornada de trabalho.

Na proposta, a jornada de trabalho semanal não muda, ou seja, permanece em 44 horas semanais, e até quatros horas extras. Todavia, categorias especiais possuem jornada de trabalho de 12 horas por 36 horas de descanso, sendo que na maioria dos casos essa jornada ocorre nas áreas médica e militar.

O que se propõe é que, através de acordo coletivo de trabalho, estes horários sejam ajustados. Mas para isso ainda deverá ter muita conversa e ajustes para então seguir para votação no Congresso Nacional.

OPINIÃO ouviu o advogado tributarista e articulista deste matutino, Marco Antonio Mourão, sobre o assunto.

Segundo ele, “o governo divulga temas específicos para sondar o mercado, as centrais sindicais, os empresários e a população em geral sobre os pontos que serão alterados na reforma trabalhista”.

“Nestas divulgações, a proposta que passou a ter o maior clamor social foi a jornada de trabalho de 12 horas”, explica o advogado.

Mourão ressalta que a norma hoje em vigor permite que, havendo acordo ou convenção coletiva de trabalho, possa ocorrer a compensação de horários, podendo, em tese, que qualquer categoria laborativa possa ter jornada de trabalho de 12 horas por 36 horas de descanso.

O conflito

“A causa do conflito é que a grande massa dos sindicatos e das federações dos trabalhadores afirma ser essa jornada de 12/36 uma forma de redução das contratações. Outro empecilho existente é a rejeição por parte da Justiça do Trabalho em aceitar a massificação da jornada de trabalho de 12 horas por 36 horas de descanso para todas as categorias laborativas”, afirma Mourão.

Além disso, ele ainda defende que se cria certa inibição, por parte dos empresários, em aceitar um acordo ou convenção coletiva de trabalho que altere às 8 horas já conhecidas com apenas 2 horas extras por dia.

Para as empresas

No caso do empresariado, será possível adequar sua produção ao novo formato. E, com isso, obter ganho com a redução do custo da hora extra, passando a confiar nos acordos ou convenções coletivas de trabalhado e de sua imutabilidade perante a Justiça do Trabalho.

“Com a garantia da estabilidade jurídica, o empresário irá contratar mais trabalhadores para suprir os empregados que terão 36 horas de descanso, gerando, com isso, mais oferta de emprego. Já para o empregado, esse poderá usar às 36 horas de descanso para obter outra renda ou simplesmente descansar”, defende o advogado.

Ainda de acordo com Marco Antonio, o ganho existe para ambos os lados da equação empregatícia.

“É preciso que haja mudanças”, defende superintendente do Ministério do Trabalho

A posição do superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego no Acre (MTE/AC), não é diferente do tributarista Marco Antonio. Taumaturgo Lima diz que os tempos se modernizaram. Que a época da revolução industrial já passou e novos modelos de trabalho existem hoje, por tanto, “é preciso mudar”, diz.

“Nossa Legislação é de 1940, dá época do ex-presidente Getúlio Vargas e ao longo desses anos todos vem sendo modificada, mas essas modificações não têm alcançado a evolução dos tempos”, acredita.

Lima ressalta que as formas de emprego mudaram. São várias modalidades que não existiam na época da revolução industrial. “Com todos esses avanços há a necessidade dessa mudança na legislação.” E defende que estes são os primeiros passos para ir aprimorando, a lei que tem que ser revista.

Vantagens

Atualmente existe uma informalidade muito grande. “Isso porque existe uma insegurança jurídica muito também muito grande com os custos de um trabalhador que não vai trazer benefício”, afirma Taumaturgo ao defender que a proposta vai formalizar trabalhadores que tenham jornada inferior a 44 horas semanais e dias definidos e horas.

Lima ainda acrescenta que o ponto chave da proposta é discutir algumas coisas que estão na Constituição, ou seja, os direitos básicos, não podem ser mexidos.

“É uma lei mais justa que melhora a vida de todos. O governo ainda está em discussão. Toda mudança tem uma resistência. Se você não conversa não sai bem feito. Ainda não está pronto o projeto. Às vezes há condições de trabalhar e não pode porque a legislação não permite”, afirma.

Taumaturgo ainda acrescenta que essa questão do número de horas, sendo bem discutida é viável. Ademais, tem que ir para o Congresso, tem conversar com os sindicatos, tem que ouvir a população, assim é possível fazer as mudanças necessárias.

É preciso ouvir os trabalhadores

Nas discussões, existe uma classe que precisa ser ouvida: os trabalhadores, para que ninguém saia no prejuízo. Nas rodas de conversa a preocupação é, principalmente, com a jornada de trabalho.

Há quem defenda e diga que é preciso colocar o povo para trabalhar. No entanto, quando se ouviu falar em 12 horas de trabalho o susto foi grande.

Para Daiane Domingues, que trabalha oito horas diárias a decisão seria polêmica e um retrocesso. “Seria interessante quem defende trabalhar de carteira assinada”, replica.

Além disso, ela cita o exemplo de países cuja jornada de trabalho afeta de forma drástica a vida e saúde de sua população. “Infelizmente, o Japão, mesmo sendo um país conhecido por se reerguer durante as piores tragédias, tem uma taxa de suicídio enorme justamente pelo excesso de trabalho dos habitantes. Enquanto isso, na Suíça, local em que atualmente a carga horária é de 35 horas semanais e os salários de 4,2 mil dólares, pelo menos, o IDH é um dos melhores do mundo”, opina.

Ainda de acordo com Daiane, o problema não é a carga horária, mas o ânimo dos empregados. “Na Suíça, há o entendimento de que o trabalhador, quanto mais feliz, trabalha melhor”.

Para Domingues e milhares de acreanos que se assustaram com o anúncio, o tributarista Marco Antonio deixa o recado: “Ainda não é nada definido, trata-se de proposta. No final, o ganho existe para ambos os lados da equação empregatícia e para o sistema jurídico que terá normatizada uma nova forma de labor com a pacificação da validade do acordo ou convenção coletiva de trabalho na matéria horas de trabalho semanal”.

*Entrevista concedida ao jornal Opinião, Acre, sobre a possível reforma da jornada de trabalho que o governo de Michel Temer quer realizar. Para ler na página original, clique aqui.

A guerra contra o mosquito continua

Zika, chikungunha e dengue em ação e matando as pessoas numa guerra sem precedente na história do Brasil. Digo sem precedente porque é inadmissível que nos dias de hoje, com todo o aparato médico e de saúde, possamos perder essa guerra e milhares de vidas para um mosquito fuleiro.

Infelizmente, e pela primeira vez, entendo que a culpa não é do governo. A culpa é nossa.

De que adianta o governo buscar vacina, fazer campanha e recolher lixo, se a população não cuida de seu quintal, das suas tralhas.

Quando peguei dengue lá no Acre no ano de 2010, meu quintal era limpo, o do vizinho do lado direito também, mas o da esquerda não. Era uma casa alugada que tinha um banheiro destruído no fundo do quintal e nele o vaso sanitário estava quebrado e com um criadouro. O mosquito da dengue voou pelos quintais, atravessou o muro e foi parar dentro de casa para me picar.

Por várias vezes tentei falar com o locatário, com o locador, mas nada. Fiz denúncia nas Secretarias de Saúde do Estado e do município de Rio Branco, mas nada foi feito porque o imóvel quando era visitado estava fechado e o Poder Público, naquela época, não tinha norma para arrombar o portão.

E assim esse criadouro infectou a rua toda e nada foi feito. Como todos foram imunizados depois das crises, àquele criadouro deixou de ser mal para nós.

Se o episódio tivesse sido hoje, a fiscalização teria arrombado a porta e punido o dono do imóvel.

Enquanto tivermos um povo que não cuida de si, teremos zika, chikungunha e dengue no balde e a culpa não poderá ser do governo. Acho que criminalizar isso pode ser a saída. Impor sanção penal para quem não cuida de sua casa, terreno e imóvel, pode ser a salvação para evitar mais mortes e epidemias.

Essa ação é que deve ser buscada pelo ente público. Punir o desleixo do povo para evitar a epidemia, é a solução. Afinal, eu não quero pegar outra dengue e nem zika e chikungunha. No final, a culpa é do descaso da população.

mosquito dengue

Ele arregou

fifaA notícia da tarde não foi Dilma, Levy, Congresso, Renan, Cunha, Barbosa (Min. Planejamento), Lula, FHC, Aécio e etc. Joseph Blatter – presidente da FIFA, é o cara do momento por ter apresentado sua renúncia depois de quatro dias de reeleito.

Blatter pediu para sair e lembrou o capitão Nascimento, no filme Tropa de Elite, onde mandava os recrutas, depois de muita tortura, pedir para sair.

Assim fez Blatter depois de ser reeleito e sabendo do mal que faria para o futebol, pediu pra sair. Acaba de forma melancólica sua passagem pela Fifa, e deixa a impressão de ter sido complacente com a roubalheira que proliferou no mundo do futebol.

Mas a dúvida é: Será que só tomou essa decisão depois da notícia de que seu Secretário Geral, Jérôme Valcke, foi citado na investigação do FBI como um dos operadores do esquema?

Sua saída prematura foi um acordo? Não sei a resposta, mas que no cargo teria melhores condições de defesa, isso teria. Se pediu pra sair, é porque a investigação chegou bem próximo de sua sala.

Veja nota do Senador Romário-RJ, sobre a saída de Blatter:

“Melhor notícia dos últimos tempos! A renúncia de Joseph Blatter ao cargo de presidente da FIFA representa o início de uma nova era para o futebol mundial. Todos os gestores corruptos das confederações, mundo afora, sentirão sua queda como um tsunami. Espero, agora, que as águas desta grande onda sejam suficientes para varrer toda a corrupção liderada pela entidade maior do futebol.” (https://twitter.com/RomarioOnze – visto em 02/06/2015)

4 de maio: eventos históricos, nascimentos e santos

Eventos históricos:

1471 – Guerra das Rosas: a facção de Lancaster perde a batalha de Tewksbury e Henrique VI de Inglaterra é novamente deposto.
1493 – Concluída a bula papal Inter Coetera II, que dava aos espanhóis todas as terras a 100 léguas a oeste e sul dos Açores e Cabo Verde.
1675 – O Observatório de Greenwich é criado, durante o reinado de Carlos II da Inglaterra.
1776 – Rhode Island se torna a primeira das Treze Colônias a renegar a fidelidade ao rei Jorge III.
1814 – Napoleão Bonaparte chega a Portoferraio, na ilha de Elba, onde tem início o seu exílio.
1823 – O imperador Agustín I do México abandona o país na sequência da rebelião liderada por Antonio López de Santa Anna.
1858 – Benito Juárez estabelece Veracruz como a capital do México.
1886 – Um grupo de anarquistas explode uma bomba durante uma passeata de sindicalistas em Chicago, matando 11 pessoas e ferindo mais de cem.
1904 – A Companhia Francesa do Canal do Panamá entrega as suas propriedades ao representante do governo dos Estados Unidos.
1942 – Batalha do Mar de Coral.
1949 – O Torino Football Club foi declarado campeão pela liga italiana faltando 4 jornadas (rodadas, no Brasil), uma vez que seu avião havia se chocado contra a igreja de Superga, sem sobreviventes.
1951 – O General Anastasio Somoza García toma posse da presidência da Nicarágua.
1964 – O Congresso dos Estados Unidos reconheceu o bourbon como “um distintivo produto dos Estados Unidos”.
1979 – Margaret Thatcher é a primeira mulher eleita como chefe do governo britânico, após a vitória eleitoral dos conservadores.
1988 – Cientistas norte-americanos de Wistard obtêm a primeira vacina contra a raiva, mediante uma técnica de engenharia genética.
1990 – A Letônia proclama a independência.
1994 – O Primeiro-Ministro de Israel Yitzhak Rabin e o líder da OLP Yasser Arafat assinam um acordo de paz sobre a autonomia palestina, conferindo autogoverno à Faixa de Gaza e Jericó.
2004 – Garçon à la pipe, um quadro de Pablo Picasso, torna-se no objecto mais caro de sempre ao ser vendido em leilão por U$S 104,1 milhões de dólares, valor que foi posteriormente ultrapassado.

Nascimentos:

1008 – Henrique I, rei da França (m. 1060).
1654 – Kangxi, imperador chinês entre 1661 até sua morte (m. 1722).
1715 – Richard Graves, escritor inglês (m. 1804).
1769 – Thomas Lawrence, pintor inglês (m. 1830).
1770 – François Gérard, pintor francês (m. 1837).
1796
William Hickling Prescott, historiador norte-americano (m. 1859).
Horace Mann, educador e político norte-americano (m. 1859).
1820 – Julia Tyler, ex-primeira-dama dos Estados Unidos (m. 1889).
1825 – Thomas Henry Huxley, o “buldogue de Darwin”, biólogo britânico, evolucionista e criador do termo “agnosticismo” (m. 1895).
1826 – Frederic Edwin Church, pintor norte-americano (m. 1900).
1845 – Joaquim Manoel Rodrigues Lima governador da Bahia entre 1892-96 (m. 1903).
1852 – Alice Liddell, inspiradora do livro Alice no País das Maravilhas (m. 1934).
1890 – Franklin Carmichael, artista canadense, fundador do Grupo dos Sete (m. 1945).
1903 – Luther Adler, ator norte-americano (m. 1984).
1913 – Princesa Catarina da Grécia e Dinamarca (m. 2007).
1918 – Kakuei Tanaka, ex-primeiro-ministro do Japão (m. 1993).
1923 – Eric Sykes, ator, diretor e roteirista inglês (m. 2012).
1925 – Luis Herrera Campins, político venezuelano (m. 2007).
1928
Hosni Mubarak, militar e ex-presidente do Egito.
Wolfgang von Trips, nobre e automobilista alemão (m. 1961).
1929
Ronald Golias, ator e comediante brasileiro (m. 2005).
Audrey Hepburn, atriz inglesa de origem belga (m. 1993).
1930 – Roberta Peters, soprano norte-americana.
1931 – Gennady Rozhdestvensky, maestro russo.
1935 – José Sanfilippo, ex-futebolista argentino.
1938 – Carlos Monsiváis, escritor mexicano (m. 2010).
1939
Amos Oz, escritor e pacifista de Israel.
Paul Gleason, ator norte-americano.
1943 – Georgi Asparuhov, futebolista búlgaro (m. 1971).
1944 – Luciano Bergamin, bispo da diocese de Nova Iguaçu.
1946
John Watson, ex-piloto norte-irlandês de Fórmula 1.
Rogério Sganzerla, ator e cineasta brasileiro (m. 2004).
John Barnard, engenheiro automobilístico inglês.
1948
Taufa’ahau Tupou V, rei de Tonga (m. 2012).
Joe Esposito, cantor e compositor norte-americano.
1949 – Gregg Diamond, pianista, percussionista, compositor e produtor norte-americano (m. 1999).
1950 – Anghel Iordănescu, ex-futebolista, ex-treinador de futebol e político romeno.
1951 – Jackie Jackson, músico e cantor norte-americano.
1953
Lulu Santos, músico brasileiro.
Paul Hart, treinador de futebol inglês.
1954
Pia Zadora, atriz norte-americana.
Francisco Carlos Bach, bispo diocesano de São José dos Pinhais.
1956
David Guterson, autor norte-americano.
Ulrike Meyfarth, vencedor dos Jogos Olímpicos no salto em altura.
1958
Antonis Minou, ex-futebolista grego.
Keith Haring, artista gráfico norte-americano (m. 1990).
1959
Randy Travis, músico norte-americano.
Inger Nilsson, atriz sueca.
1960 – Werner Faymann, político austríaco.
1961 – Herbert Vianna, músico brasileiro.
1962 – Abel Campos, ex-futebolista angolano.
1963 – Vange Leonel, cantora, compositora, ativista e escritora brasileira (m. 2014).
1964
Mónica Bardem, atriz espanhola.
Rocco Siffredi, ator e diretor italiano de filmes pornográficos.
1967 – Ana Gasteyer, atriz norte-americana.
1968 – Shin Hong-Gi, ex-futebolista sul-coreano.
1970
Gregg Alexander, cantor, compositor e produtor musical norte-americano (New Radicals).
Sergio Basañez, ator mexicano.
1971
Luiz Garcia Júnior, piloto brasileiro de corridas.
Leonid Slutsky, treinador russo de futebol.
1972
Mike Dirnt, baixista da banda Green Day.
Hemerson Maria, treinador brasileiro de futebol.
1973
Guillermo Barros Schelotto, ex-futebolista argentino.
Gustavo Barros Schelotto, ex-futebolista argentino.
1975 – Kimora Lee Simmons, modelo norte-americana.
1976
Simon Jentzsch, ex-futebolista alemão.
Yasuhiro Hato, futebolista japonês.

Marco Antonio Mourão de Oliveira, acriano e advogado.
1977
Mariano Pernía, ex-futebolista hispano-argentino.
Emily Perkins, atriz canadense.
1978 – Vladimíra Uhlířová, tenista tcheca.
1979 – Hristo Yanev, futebolista búlgaro.
1980 – Masashi Oguro, futebolista japonês.
1981
Asprilla, futebolista brasileiro.
Eric Djemba-Djemba, futebolista camaronês.
Marion Kreiner, snowboarder austríaca.
1982 – Markus Rogan, nadador austríaco.
1983
Carlos Grossmüller, futebolista uruguaio.
Rubén Olivera, futebolista uruguaio.
Jesse Moss, ator canadense.
1984
Enrico, futebolista brasileiro.
Manjural Islam Rana, jogador de críquete bengali (m. 2007).
1985 – Fernandinho, futebolista brasileiro.
1987
Cesc Fàbregas, futebolista espanhol.
Jorge Lorenzo, piloto espanhol de motociclismo.
1988 – Guto, futebolista brasileiro.
1989 – Dániel Gyurta, nadador húngaro.
1990
Ignacio Camacho, futebolista espanhol.
Shunki Takahashi, futebolista japonês.
1992
Ashley Rickards, atriz norte-americana.
Courtney Jines, atriz norte-americana.
Grace Phipps, atriz norte-americana.
1994
Ariel Winter, atriz norte-americana.
Pauline Ducruet, filha da princesa Stéphanie do Mónaco.
Alexander Gould, ator norte-americano.

Santos:

Dia de São Gregório, o Iluminador
Dia de São Ciríaco, séc. IV
Dia de São Floriano, séc. III
Dia de Santa Antonina de Niceia