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IPCA-15 fica em -0,18% em julho 2017

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou -0,18% em julho e ficou abaixo da taxa de 0,16% de junho. Essa é a menor variação registrada relativa ao mês de julho, juntamente com o resultado de 2003. O índice é o mais baixo desde setembro de 1998, quando registrou -0,44%. O resultado no ano foi para 1,44%, portanto abaixo dos 5,19% referentes ao mesmo período do ano passado. Ao considerar os últimos 12 meses, o índice caiu para 2,78%, resultado inferior aos 3,52% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, o que constitui a menor variação acumulada em períodos de 12 meses desde março de 1999, quando registrou 2,64%. Em julho de 2016, a taxa foi de 0,54%. Os dados completos do IPCA-15 podem ser acessados aqui.

PERÍODO TAXA
Julho -0,18%
Junho 0,16%
Julho 2016 0,54%
Acumulado no ano 1,44%
Acumulado em 12 meses 2,78%

Responsáveis por quase metade das despesas do brasileiro, os grupos Alimentação eBebidas e Transportes tiveram queda no índice de julho, de -0,55% e -0,64%, respectivamente. O grupo dos alimentos, que tem participação de 25% nas despesas, exerceu o mais intenso impacto negativo, de -0,14 ponto percentual (p.p.), enquanto o grupo dos transportes, que participa com 18%, ficou com -0,11 p.p. Além disso, o grupo dos artigos de residência também apresentou queda de 0,55%, embora tenha participação menor nas despesas (4%), com impacto de -0,02 p.p.

A queda nos alimentos foi ainda mais forte quando considerados os produtos comprados para consumo em casa, que chegaram a ficar 0,95% mais baratos. Todas as regiões pesquisadas apresentaram queda, com variação de -0,37% em Brasília até -1,61% em Curitiba. Os preços da maioria dos produtos ficaram mais baixos de junho para julho, com destaque para a batata-inglesa (-19,07%), o tomate (-8,48%) e as frutas (-4,00%). Na alimentação fora de casa, a variação média foi de 0,20%, com as regiões apresentando resultados entre a queda de 0,41%, registrada na região metropolitana do Rio de Janeiro, até a alta de 1,10% em Goiânia.

Nos transportes, a queda de 0,64% foi influenciada pelos preços dos combustíveis, com -3,16%. O etanol chegou a atingir -4,81%, enquanto o litro da gasolina passou a custar -2,98%. Por outro lado, as passagens aéreas subiram 5,77%.

Entre os demais grupos de produtos e serviços pesquisados, as variações mais elevadas ficaram com Despesas Pessoais (0,31%) e Habitação (0,24%), conforme tabela a seguir.

Grupo Variação (%) Impacto (p.p.)
Junho Julho Junho Julho
Índice Geral 0,16 -0,18 0,16 -0,18
Alimentação e Bebidas -0,47 -0,55 -0,12 -0,14
Habitação 0,93 0,24 0,14 0,04
Artigos de Residência 0,15 -0,55 0,01 -0,02
Vestuário 0,69 0,04 0,04 0,00
Transportes -0,10 -0,64 -0,02 -0,11
Saúde e Cuidados Pessoais 0,64 0,14 0,08 0,02
Despesas Pessoais 0,26 0,31 0,03 0,03
Educação 0,03 0,08 0,00 0,00
Comunicação 0,12 0,00 0,00 0,00

A respeito dos índices regionais, disponíveis na tabela a seguir, Curitiba foi a única região de cobertura do índice que apresentou resultado positivo (0,01%) em razão do reajuste de 7,09% nas tarifas de energia elétrica (3,38%), vigente desde 24 de junho deste ano. No lado das quedas, o destaque ficou com a região metropolitana de São Paulo (-0,29%), onde sobressai a queda nos combustíveis (-4,22%), sendo a gasolina, com -3,85%, e o etanol, com -5,88%.

Região Peso Regional (%) Variação Mensal (%)  Variação acumulada (%) 
Junho Julho Ano  12 meses 
Curitiba 7,79 0,34 0,01 1,52 2,11
Belo Horizonte 11,23 -0,21 -0,05 0,92 2,20
Goiânia 4,44 0,40 -0,06 0,55 1,35
Fortaleza 3,49 -0,13 -0,08 1,91 3,93
Rio de Janeiro 12,46 0,17 -0,13 2,19 3,62
Brasília 3,46 0,16 -0,13 1,43 3,60
Recife 5,05 0,46 -0,18 2,42 4,07
Belém 4,65 0,23 -0,22 0,91 2,19
Porto Alegre 8,40 0,11 -0,24 1,15 2,55
Salvador 7,35 0,12 -0,25 1,41 2,58
São Paulo 31,68 0,20 -0,29 1,38 2,81
 
Brasil 100,00 0,16 -0,18 1,44 2,78

Fonte: IBGE – clique

IPCA de maio de 2017

Copiado do site de IBGE.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA do mês de maio subiu 0,31% e mais do que dobrou quando comparado ao índice de 0,14% de abril, distanciando-se em 0,17 ponto percentual (p.p.). Apesar da alta de um mês para o outro, esta é a taxa mais baixa para o mês de maio desde 2007 (0,28%). Com isso, o resultado do ano foi para 1,42%, percentual bem inferior aos 4,05% registrados em igual período de 2016 e o menor acumulado até maio desde o ano 2000 (1,41%). Considerando os últimos 12 meses, o índice desceu para 3,60%, enquanto havia registrado 4,08% no mês anterior, constituindo-se na menor taxa em 12 meses desde maio de 2007 (3,18%). Em maio de 2016, o IPCA situou-se em 0,78. Os dados completos do IPCA podem ser acessados aqui.

Sem o desconto que incidiu em abril, as contas de energia elétrica aumentaram 8,98%, liderando, com 0,29 p.p., o ranking das principais contribuições do mês. Responsável pela significativa parcela de 3,3% da despesa das famílias, a energia elétrica foi responsável pela alta do IPCA de 0,14% para 0,31%. Em abril, ocorreu queda de 6,39%, com os descontos aplicados por decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de modo a compensar os consumidores pela cobrança indevida, em 2016, do chamado Encargo de Energia de Reserva (EER) voltado a remunerar a usina de Angra III.

Os resultados, por região, se situaram entre 3,80% e 24,05%. De abril para maio, Goiânia registrou o menor aumento (3,80%), tendo em vista a redução de 19,93% na parcela referente à Contribuição de Iluminação Pública – CIP. Já na região metropolitana de Recife, com as tarifas reajustadas em 8,87% a partir de 29 de abril, a alta chegou a 24,05%.

 

Região
Variação (%)
Recife
24,05
Salvador
19,27
Campo Grande
16,41
Fortaleza
10,44
São Paulo
9,87
Curitiba
9,56
Porto Alegre
8,64
Vitória
7,13
Rio de Janeiro
5,56
Belo Horizonte
5,52
Belém
4,48
Brasília
3,83
Goiânia
3,80
Brasil
8,98

 

Por conta da energia, Habitação ficou com o mais elevado resultado de grupo (2,14%), além da maior contribuição (0,32 p.p.), dominando o índice do mês e praticamente anulando os sobes e desces dos demais grupos de produtos e serviços.

 

Grupo Variação (%) Impacto (p.p.)
Abril Maio Abril Maio
Índice Geral
0,14
0,31
0,14
0,31
Alimentação e Bebidas
0,58
-0,35
0,15
-0,09
Habitação
-1,09
2,14
-0,17
0,32
Artigos de Residência
-0,28
-0,23
-0,01
-0,01
Vestuário
0,48
0,98
0,03
0,06
Transportes
-0,06
-0,42
-0,01
-0,07
Saúde e Cuidados Pessoais
1,00
0,62
0,12
0,07
Despesas Pessoais
0,09
0,23
0,01
0,03
Educação
0,03
0,08
0,00
0,00
Comunicação
0,55
0,09
0,02
0,00

 

Ainda nas despesas com Habitação (2,14%), destaca-se, também, os itens condomínio (0,75%) e taxa de água e esgoto (0,50%). Neste último, a influência veio da região metropolitana de Curitiba, onde as contas aumentaram 5,29% no mês, refletindo parte do reajuste de 8,53% em vigor a partir do dia 18 de maio, aliado à revisão na metodologia de cobrança por faixa de consumo.

Além de Habitação, os grupos com variações positivas situaram-se entre 0,08%, de Educação, e 0,98%, de Vestuário. Os remédios(0,82%), do grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,62%), também merecem destaque. Refletiram parte do reajuste anual que passou a valer a partir de 31 de março, variando entre 1,36% e 4,76%, conforme o tipo. Considerando o acumulado no ano, os remédios, que dominam 3,48% das despesas das famílias, estão 3,92% mais caros.

Entre os três grupos de produtos e serviços que apresentaram queda, Transportes (-0,42%) foi o que mais caiu. Isto por influência das passagens aéreas, 11,81% mais baratas do que em abril, configurando intensa contribuição negativa no índice do mês (-0,05 p.p). Além disso, o preço do automóvel novo teve queda de 0,85% e o litro do etanol passou a custar 2,17% menos. Por outro lado, o preço do litro da gasolina subiu 0,33%, por influência, especialmente, das regiões metropolitanas de Porto Alegre e de Fortaleza, onde ocorreram fortes aumentos, 4,97% e 4,62%, respectivamente.

No grupo Alimentação e Bebidas, que responde por ¼ das despesas das famílias, a queda de 0,35% foi puxada pelos alimentos para consumo em casa (-0,56%), enquanto a alimentação fora ficou em 0,06%. Das 13 regiões pesquisadas, à exceção do Rio de Janeiro, onde os alimentos para consumo em casa tiveram variação de 0,19%, nas demais áreas houve queda, entre -0,21% (Recife) e -1,72% (Fortaleza).

Região
Variação acumulada no ano (%)
Alimentação em casa
Alimentação fora
Rio de Janeiro
0,19
-0,46
Recife
-0,21
0,12
Belo Horizonte
-0,30
0,50
São Paulo
-0,30
0,21
Goiânia
-0,49
-0,84
Salvador
-0,59
-0,95
Curitiba
-0,61
0,40
Brasília
-0,63
0,95
Campo Grande
-0,74
0,57
Vitória
-0,96
0,25
Belém
-1,19
-0,39
Porto Alegre
-1,30
0,74
Fortaleza
-1,72
-0,48
Brasil
-0,56
0,06

Vários produtos importantes na mesa do brasileiro, a exemplo do arroz (-1,98%) e do frango inteiro (-1,32%), ficaram mais baratos de um mês para o outro. As frutas, com -6,55%, ficaram com a maior contribuição negativa no índice do mês (-0,07p.p.).

 

Item
Variação (%)
Variação Acumulada
(%)
Abril
Maio
Ano
12 meses
Frutas
-0,79
-6,55
-7,94
-7,61
Óleo de soja
-4,17
-6,30
-3,54
-2,51
Cenoura
-0,71
-5,86
20,53
-33,04
Feijão-fradinho
-0,82
-4,45
-7,44
29,55
Feijão-preto
-8,29
-3,66
-29,84
5,16
Tomate
29,02
-3,14
30,23
6,67
Açaí
2,45
-3,04
22,85
-11,99
Hortaliças
0,79
-2,51
8,92
-11,44
Pescado
1,10
-2,31
5,01
10,15
Açúcar refinado
0,00
-2,18
-4,17
1,08
Arroz
-1,69
-1,98
-5,41
5,59
Açúcar cristal
-2,73
-1,79
-7,17
3,20
Frango inteiro
-0,64
-1,32
-6,49
-0,71
Farinha de mandioca
0,37
-1,31
7,68
18,25
Leite em pó
-0,84
-0,78
-2,57
18,15
Iogurte
-0,22
-0,73
0,94
7,32
Chocolate e achocolatado em pó
0,88
-0,68
2,50
8,11
Pão francês
0,36
-0,67
0,69
2,09
Margarina
-0,32
-0,63
3,54
4,39

 

Quanto aos alimentos cujos preços aumentaram de abril para maio, a cebola (7,67%), a batata-inglesa (4,28%) e o feijão-carioca(3,29%) figuram como destaques.

 

Item
Variação (%)
Variação Acumulada
(%)
Abril
Maio
Ano
12 meses
Cebola
6,03
7,67
7,27
-48,12
Batata-inglesa
20,81
4,28
15,03
-45,91
Alho
4,83
3,44
4,34
-5,31
Feijão-carioca
-1,64
3,29
-28,90
-22,03
Chocolate em barra e bombom
-2,92
2,75
-2,24
6,57
Leite longa vida
1,25
1,87
6,87
4,24
Pão de forma
1,26
1,44
6,04
6,82
Café moído
2,65
1,00
9,06
22,34
Pão doce
0,15
0,90
1,69
4,37
Queijo
0,97
0,83
1,88
10,25
Ovos
4,03
0,73
11,67
13,09
Frango em pedaços
1,30
0,57
-0,51
0,86
Refrigerante fora
0,33
0,52
0,83
5,97

Na ótica dos índices regionais, os resultados ficaram entre os -0,13% registrados na região metropolitana de Belém e os 0,72% da região metropolitana de Recife. Em Belém, a queda foi impulsionada pelas carnes, mais baratas em 2,16%. Já em Recife, o aumento de 24,05% na energia elétrica se deu, além do retorno das contas aos valores sem desconto, devido à pressão do reajuste de 8,87% em vigor desde 29 de abril.

 

Região
Peso
Regional (%)
Variação mensal (%)
Variação Acumulada (%)
Abril
Maio
Ano
12 meses
Recife
5,05
0,49
0,72
2,35
5,18
Porto Alegre
8,40
0,22
0,48
1,36
3,09
Curitiba
7,79
-0,05
0,43
1,40
2,27
Campo Grande
1,51
-0,13
0,42
1,23
4,83
São Paulo
30,67
0,16
0,36
1,33
3,56
Salvador
7,35
-0,22
0,32
1,38
3,56
Vitória
1,78
0,20
0,31
1,53
3,75
Brasília
2,80
0,54
0,24
1,45
4,40
Rio de Janeiro
12,06
0,38
0,22
2,07
4,29
Belo Horizonte
10,86
-0,08
0,21
1,07
3,38
Goiânia
3,59
0,15
0,16
0,39
2,18
Fortaleza
3,49
0,08
0,10
1,76
4,92
Belém
4,65
0,09
-0,13
0,81
3,22
Brasil
100,00
0,14
0,31
1,42
3,60

 

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 29 de abril a 31 de maio de 2017 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de março a 28 de abril de 2017 (base).

INPC varia 0,36% em maio

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC apresentou variação de 0,36% em maio e ficou acima da taxa de 0,08% de abril em 0,28 p.p. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice desceu para 3,35%, ficando abaixo dos 3,99% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2016, o INPC registrou 0,98%.

Os produtos alimentícios tiveram queda de 0,44% em maio, enquanto no mês anterior registraram alta de 0,54%. O agrupamento dos não alimentícios ficou com variação de 0,73%, acima da taxa de -0,13% de abril.

Quanto aos índices regionais, os mais elevados ficaram com Campo Grande e com a região metropolitana de Recife, ambos com 0,61%, sob influência da energia elétrica. Além do retorno das contas aos valores sem desconto, em Campo Grande, o item variou 16,40%, com pressão adicional do aumento de 30,26% na parcela do PIS/COFINS. Já em Recife, o adicional se deu com o reajuste de 8,87% em vigor desde 29 de abril, resultando no aumento de 24,64%. O menor índice foi registrado na região metropolitana de Belém (-0,09%), onde as carnes se apresentaram em queda (-1,64%).

 

Região
Peso
Regional (%)
Variação mensal (%)
Variação Acumulada (%)
Abril
Maio
Ano
12 meses
Recife 7,17 0,60 0,61 2,42 5,48
Campo Grande 1,64 -0,38 0,61 0,88 4,39
Curitiba 7,29 -0,17 0,59 1,69 2,05
Porto Alegre 7,38 0,26 0,52 1,32 2,73
São Paulo 24,24 0,17 0,51 1,27 3,07
Vitória 1,83 -0,03 0,44 1,68 3,56
Rio de Janeiro 9,51 0,22 0,36 2,03 3,37
Salvador 10,67 -0,20 0,29 1,40 3,63
Belo Horizonte 10,60 -0,15 0,24 1,01 2,92
Brasília 1,88 0,28 0,21 2,08 4,51
Goiânia 4,15 0,03 0,18 0,26 2,11
Fortaleza 6,61 0,12 -0,04 1,82 4,98
Belém 7,03 0,01 -0,09 0,95 3,19
Brasil 100,00 0,08 0,36 1,43 3,35

 

O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 29 de abril a 31 de maio de 2017 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de março a 28 de abril de 2017 (base).

No Brasil, o crime compensa?

A imagem da classe política no momento atual vivido pelo Brasil é de lama pura. O ‘mar de lama’ chega ao ponto de pensarmos que o crime compensa. O desdém do criminoso com as regras e normas legais é tamanha, que mesmo confessando os crimes praticados, se sente capaz de continuar praticando os atos ilegais, inclusive utilizando-se de informações privilegiadas para causar prejuízo aos demais participantes do mercado. O pior de tudo é que o ente público, vítima da ação criminosa, ainda impõe perdão e permite que outras ações ilegais possam ser realizadas.

Para continuar lendo, clique No Brasil, o crime compensa?

EMPRESA, CUSTO DO CAPITAL PRÓPRIO E O BETA

O tributo é chato, cansativo e retardatário do desenvolvimento do país, principalmente quando temos um sistema burocrático e de punição como o nosso. Já o financeiro é diferente, nele podemos gerar poupança, emprego, renda e riqueza. Assim, quando decidimos empreender, devemos levar em consideração os vários aspectos que estão envolvidos na constituição de uma empresa, em especial o sistema tributário onde será enquadrado o empreendimento. Além disso, devemos observar o capital próprio da empresa e o risco existente no segmento escolhido, sempre buscando um prêmio (retorno) entre o capital próprio e a geração de riqueza proporcionada pela empresa.

Para continuar lendo, clique Empresa, custo do capital próprio e o beta.

Fundos de Investimentos

logo_oficial_opiniao Artigo publicado no Jornal Opinião, Estado do Acre, no dia 09 de maio de 2017. bandeira-acre

Nos últimos três artigos escrevemos sobre finanças, em especial sobre o Mercado Financeiro e suas modalidades de investimentos e dos riscos. Falamos sobre poupador, tomador, ações e risco. Hoje vamos falar sobre outro tipo de investimento bastante diversificado e que pode ser encontrado nos diversos bancos de varejos, investimentos e corretoras de valores. O fundo de investimento é a junção de vários investidores que aplicam seu capital de forma conjunta em produtos financeiros ou de valores mobiliários, visando obter um retorno maior pelo poder de compra e venda dos ativos financeiros ou valores mobiliários envolvidos. Nas palavras de Gilson Oliveira, fundo de investimento é “qualquer concentração de recursos na forma de um condomínio, que pode ser aberto ou fechado, com o objetivo de investi-los na aquisição de ativos financeiros e valores mobiliários, bem como quaisquer outros ativos disponíveis no mercado financeiro e de capitais, e, posteriormente, distribuir os resultados, proporcionalmente, aos cotistas. Portanto, o investidor troca seus recursos por cotas de um fundo de investimento, e os recursos captados pelos fundos são investidos em títulos diversificados.”

Para continuar lendo o artigo publicado, clique em Fundos de Investimentos.

Para ler o artigo enviado para publicação, clique em Fundos de Investimentos enviado. Tal correção é necessária por ter sido publicado o início do primeiro parágrafo como sendo “DOS”, quando deveria ter sido “NOS”.

O risco do investimento

logo_oficial_opiniao Artigo publicado no Jornal Opinião, Estado do Acre, no dia 03 de maio de 2017. bandeira-acre

O investimento, como sabemos, é a ação do poupador que deixa de consumir hoje para consumir mais no futuro. Deixar de usar o dinheiro que está na conta corrente ou no bolso hoje para usá-lo no futuro sem correr o risco de perder o valor aplicado, é a questão que fica pairando na cabeça de todo poupador. Assim, confiar no agente intermediário é fundamental para manter a guarda ou a custódia do dinheiro aplicado nas mãos de terceiros. Acontece que não existe no mundo um investimento livre de risco. O que existe é investimento com menor ou maior grau de risco com base nos cálculos elaborados por meio das medidas estatísticas. Várias medidas podem ser usadas, sendo as mais comuns à média aritmética, a média aritmética ponderada, desvio padrão e o valor em risco (VAR).

Para continuar lendo, clique em O risco do investimento.

Mercado de Capitais: Ações

logo_oficial_opiniao Artigo publicado no Jornal Opinião, Estado do Acre, no dia 25 de abril de 2017. bandeira-acre

Na semana passada escrevemos sobre o “Mercado Financeiro: Poupador e Tomador”, onde trouxemos as definições dos participantes (poupador, tomador e agente intermediário) e falamos sobre os juros e spread bancário. O mercado financeiro é o gênero onde existem quatro espécies: Mercado Monetário, Mercado de Crédito, Mercado Cambial e Mercado de Capitais. Cada um é responsável por gerir um ramo do mercado financeiro e conduzir as políticas públicas de forma a permitir a riqueza, o investimento, a produção e o desenvolvimento econômico do país.

Para continuar lendo, clique em Mercado de Capitais: Ações.

Mercado Financeiro: poupador e tomador

logo_oficial_opiniao Artigo publicado no Jornal Opinião, Estado do Acre, no dia 18 de abril de 2017. bandeira-acre

O que é Mercado? Numa definição simplória, Mercado é um local onde uma pessoa interessada em vender um bem ou serviço, encontra uma pessoa com o desejo de comprar esse mesmo bem ou serviço. Depois de analisadas as alternativas pelas partes ocorre à transação por um preço de equilíbrio ou combinado, levando-se em consideração a oferta e a demanda do bem e do serviço negociado. A mesma lógica é levada para o Mercado Financeiro, só que aqui, diverso do Mercado comum, transaciona-se o uso do dinheiro no tempo.

O mercado financeiro faz o papel de facilitador entre dois agentes financeiros que precisam negociar o dinheiro no tempo. Assim, os agentes financeiros são: Poupador e Tomador. O poupador é aquele que possui mais capital ou recurso do que necessita e o tomador é aquele que precisa de mais capital ou recurso do que possui. Os agentes financeiros podem ser ao mesmo tempo pessoas físicas, pessoas jurídicas ou pessoas física e jurídica.

Para continuar lendo, clique em Mercado Financeiro: Poupador e Tomador.

A MALDADE DO GOVERNO FEDERAL CONTINUA

logo_oficial_opiniao Artigo publicado no Jornal Opinião, Estado do Acre, no dia 11 de abril de 2017. bandeira-acre

Na divulgação da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2018, os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmaram que não existe nada programado para a correção da tabela do Imposto de Renda de 2018, mas que qualquer necessidade de sua inclusão poderá ser feita na Lei Orçamentária Anual que deverá ser entregue ao Congresso Nacional até o próximo dia 31 de agosto.

Ao decidir não corrigir a tabela do Imposto de Renda em 2018, o governo repete a mesma inércia praticada neste ano. Como informamos no artigo da semana passada, o governo federal irá arrecadar mais com a não correção da tabela do Imposto de Renda em 2017, do que com toda a reoneração da folha de pagamento das empresas.

Para continuar lendo, clique A Maldade do Governo Federal continua.

PIB de 2016 teve queda de 3,6%

logo_oficial_opiniao Artigo publicado no Jornal Opinião, Estado do Acre, no dia 14 de março de 2017. bandeira-acre

O IBGE divulgou no último dia 07 de março que o PIB ­ Produto Interno Bruto ­ de 2016, teve queda de 3,6% em comparação com 2015. Em 2015, o PIB teve queda de 3,8% quando comparado com 2014, trazendo dois anos seguidos de recessão. Em 2016, o volume transacionado foi de R$6,3 trilhões de reais, que convertidos para moeda americana (dólar) chegamos a US$1,937 trilhões de dólares (comercial) ou US$1,933 trilhões de dólares (Ptax), ambos do dia 30 de dezembro de 2016.

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