Um suspiro na Bovespa hoje. Semana que entra nebulosa.

Enfim um alívio para recuperar o fôlego e continuar na luta diária de ganhar dinheiro na bolsa de valores de São Paulo – Bovespa. Hoje, na contramão das demais bolsas espalhadas pelo mundo, a Bovespa depois de um dia de operação no vermelho, encerrou o pregão com alta de 0,84%, com 47.638,98 pontos.

Passamos o dia inteiro nos 46 mil pontos, o que eu pensava que só aconteceria no mês de fevereiro, em especial na próxima semana. Mas já flertamos com os 46 mil pontos e teremos a primeira semana de fevereiro com projeções negativas.

A alta de hoje teve participação daqueles que no decorrer da semana nos levaram para os 47 mil pontos, os bancos, a Vale e a Petrobras que no final do pregão lançaram a Bovespa no azul celeste. Se a semana iniciar nesse ritmo, poderemos esquecer o suporte de 45 mil pontos e olhar pra cima, mas se chegar, vamos olhar para mais baixo.

Enquanto o dólar subiu na semana e bateu na casa de R$2,45, hoje o Ptax equalizou e ficou em R$2,4263, mas devemos manter atenção para as movimentações da semana que entra.

Os juros DI chegaram aos 13% para 2017, o que demonstra o clima de tensão e nervosismo do mercado. Teremos muito mais suspense em fevereiro e o sinal de alerta deve ficar ligado o tempo todo, já que todas as semanas de 2014 o índice Bovespa terminou em queda.

Hoje foi apenas um suspiro e uma busca de ar para mergulhar novamente em busca de uma praia segura.

Bovespa em baixa.

Aos leitores do blog, temos uma situação quase que normal hoje na Bovespa, estamos em queda livre e já batemos na casa dos 46.934,48 mil pontos, com descida de 0,66(11h30min). Ou seja, é bem provável que na primeira semana de fevereiro já alcancemos os 45 mil pontos, com viés de 35 mil pontos. É fundamental que você pense duas vezes em investir nesse momento na bolsa, só se já tiver ações pode ganhar com as quedas, fazendo operação “day trade”.

Mas se você nunca investiu na bolsa, esse não é o melhor momento para entrar. Aguarde a bolsa cair mais lá pelos 40 mil pontos para iniciar a compra de ação. Mas veja que estamos tendo um norte de chegar nos 35 mil pontos. Seja prudente, se tiver dinheiro em caixa, busque nesse momento um investimento em LCI com no mínimo 85% do CDI ou fundo DI com taxa de administração inferior a 1%, que seu dinheiro irá render mais que a inflação e não terá surpresa de ver seu dinheiro diminuir na bolsa.

Tenha calma, a bolsa não está pra brincadeira.

Bovespa no vermelho e os 45 mil pontos perto.

O mercado fechou hoje com seu principal índice – Ibovespa, com nova queda de 0,66%, a 47.244,20, com giro financeiro de R$4.82 bilhões de reais. Durante todo o dia oscilou entre alta e baixa, mas depois que o mercado americano digeriu a informação do estanque das vendas de casas e a redução das compras mensais do Fed, a bolsa voltou a cair e quase bateu os 46 mil pontos.

Como tenho afirmado aqui que a bolsa brasileira vai alcançar os 45 mil pontos ainda no mês de fevereiro, o caminho que o mercado vem percorrendo está a cada dia se comprovando, pois nem terminamos janeiro e já estamos chegando nos 46 mil pontos. Amanhã é o último dia do mês para negociar e pelo andar da carruagem, nós poderemos chegar nos 46 mil pontos e iniciar fevereiro de olho nos 45 mil pontos.

Afirmei também que se o limite de 45 mil pontos for ultrapassado, estaremos em queda livre para finalizar a bolsa, pois os investidores estrangeiros que são mais da metade dos inscritos na Bovespa, estão saindo do Brasil em busca de maior retorno para seus investimentos em países que fizeram seu dever de casa e podem gerar lucro sem anomalias.

Como o Brasil de Dilma não sabe o que fazer para conter essa onda de saída, bem como não tem mais confiança do mercado e o ministro da Fazenda não é levado a sério, vamos amargar uma espetacular descida para os 35 mil pontos.

Nossa política de industrialização, investimento, capital e dividendos são fracas e apenas levam em consideração o valor que deve ser arrecadado pelo Estado para financiar as bolsas família, educação, minha casa minha vida, etc.

Dilma esteve em Davos semana passada e prometeu cuidar da agenda fiscal e monetária, estipulando valor do superávit primeiro para esse ano em fevereiro, quando na realidade isso já deveria ter sido feito. Como esse governo tem mania de inventar contabilidade criativa para encontrar superávit, temo que no ano que vem se ganhar a eleição, traçará o percentual apenas no mês de março.

Eu não gosto do ex-presidente Lula, mas uma coisa tenho que reconhecer em seu governo, nunca tratou a economia e a política fiscal com tanto desprezo e nunca deixou de ouvir o empresariado e o mercado financeiro.

Estamos pagando por uma gestão autoritária e totalitária de uma presidente que quer impor sua opinião goela abaixo e sem a menor capacidade de visualizar que está quebrando o Brasil, pois no máximo o que ela consegue impor são os gritos aos seus funcionários imediatos.

O mundo e o mercado financeiro não aceitam a forma como ela trabalha, e, por isso, estamos passando pela turbulência financeira que está desvalorizando o real e que irá encarecer os produtos, pois a matéria-prima de todos são importados.

Além disso, vai acabar com a Petrobras que está trabalhando com a corda no pescoço, já que tem que importar diesel e gasolina para distribuir ao consumo interno, levando em consideração sua incompetência em não conseguir produzir aqui no Brasil.

Sai dia e entra dia e sempre assistimos na televisão e lemos nos jornais e revistas os informes que ela produz, afirmando ter superado em tantos milhões de barris de óleo produzido, mas não chega a capacidade plena de refinar aqui no Brasil o óleo para produzir o diesel e a gasolina.

Como o governo não permite o reajuste diário dos combustíveis para equalizar o caixa da Petrobras, suas ações na bolsa nos últimos meses só caem e vão continuar caindo até chegar aos R$8,00, quando só aí o governo se dará conta da besteira que fez com o maior patrimônio do Brasil.

A falta de seriedade com que o governo trata a Petrobras é como se o patrimônio da empresa fosse dilapidado pelos seus sócios, não restando depois mais nada para fazer a empresa operar. Não compre as ações da empresa, você só terá prejuízo e no final todo o patrimônio dela não será suficiente para pagar sua aplicação. Ela possui uma alavancagem sem precedente e terá que arcar com esses custos a partir desse ano.

Busque empresa que sirva ao mesmo propósito da Petrobras, servir o povo com bens de primeira necessidade, mas aplique somente naquela em que o governo central não seja sócio, nem majoritário ou minoritário, nem mesmo pelo BNDES ou sua coligada.

Fique ciente que vamos penar ainda muito até o governo atual ou o próximo realizar o dever de casa e colocar as finanças governamentais em ordem, reduzindo os programas sociais e investindo mais em educação, infra-estrutura e saúde.

Aceitar esse política louca de conceder incentivo fiscal e continuar gastando só pode nos levar no mesmo destino exemplificado da Argentina, que começou ontem o tabelamento de preço. Igual fase nós vivemos na era Sarney e Collor.

Você deseja isso de volta? Você acha improvável que isso aconteça? Preste atenção e tenha prudência de soltar seu dinheiro, não gaste com coisas supérfluas, nem em empresas do qual seu governo é sócio, busque segurança e solidez.

E no fim disso tudo não se esquece, faltam apenas 2.244,20 para o índice Ibovespa chegar nos 45 mil pontos.

Tudo errado hoje, do Fed a bolsa e o dólar.

No final da reunião do Fed(hoje), foi anunciado que ocorrerá uma redução no programa de compra de títulos em US$10 bilhões de dólares, passando a ser a partir fevereiro até próxima redução, de US$65 bilhões.

No outro lado, as bolsas de valores espalhadas pelo mundo caíram, sendo que a Bovespa foi segurada pelas ações da Vale, mas mesmo assim, terminou em queda de 0,59% a 47.556,78 pontos.

O programa de estímulo do Fed já tem seu viés de redução declarada e seguirá no padrão de US$10 bilhões de dólares a cada reunião. Assim, até o final do ano estará desmontado. Todavia, essa sequência lógica só ocorrerá se a economia dos EUA solidificarem a recuperação.

Quanto ao dólar, hoje ele chegou a R$2,45, maior valor nos últimos tempos. O mercado está aguardando para ver qual será a reação do Banco Central com métodos para estancar a supervalorização do dólar.

Diante disso, continuo com entendimento que o pior ainda não chegou e que os 45 mil pontos da Bovespa é pra daqui a pouco, sendo esse o pior momento. Minha projeção é que no final de fevereiro chegando no 45 mil pontos. Vamos aguardar amanhã para ver como o mercado vai reagir a menos US$10 bilhões mensais.

O cenário traçado não é dos melhores, nosso ano nem começou direito e a bolsa só leva ferro dia após dia. O suporte de 45 mil pontos é o limite da sustentabilidade do sistema e se esse patamar for ultrapassado, coisas boas vão demorar para acontecer.

O governo deve acelerar as concessões das rodovias, ferrovias e aeroportos médios, para que possamos receber capital externo aplicado na infra-estrutura do país, não sendo como o atual que é apenas especulativo e que causa toda essa loucura quando sai em fuga para suposto porto seguro, deixando nossa economia fraca e obrigando a desvalorização do real, o que encarece a importação e, por consequência, aumento da inflação.

Os investidores estrangeiros vão continuar a retirar o dinheiro do país e causar mais estragos na economia, por isso, devemos substitui-los por capital externo que será integralizado nos investimentos fixos e de difícil fuga.

É justo e necessário o governo fazer logo seu dever de casa para diminuir o tempo entre oferta e concessão, entre anúncio e realização. Faz-se necessário e urgente ter no governo um pensamento de iniciativa privada pra não quebrar o país.

Um suspiro no Mercado de Ações hoje.

A Bovespa seguiu tendência mundial hoje e subiu um pouco naquilo que já escrevemos como modus operandi de acompanhar o que acontece nas bolsas Brasil afora. No encerramento do pregão de hoje tivemos uma retomada modesta de 0,29% a 47.840,93 pontos com giro de R$ 5.3 bilhões.

Mas essa retomada não quer dizer que a Bovespa vai subir e alcançar os 50 mil pontos. Foi apenas uma retomada de compras dos investidores estrangeiros devido o valor baixo das ações, sendo que o norte ainda continua sendo os 45 mil pontos.

A única exceção hoje foi da BTOW3 que teve um aporte considerável por um fundo de investimentos, o que lhe proporcionou um fluxo de caixa para equalizar as despesas e possibilitar o aumento da lucratividade.

Fora essa situação, todas as demais ações não tiveram nada de valor que venha a caracterizar uma melhora na indicação. Isso sem contar que estamos na sombra da Argentina que faz tudo errado, tem um governo intervencionista e uma política fiscal maluca.

Por causa dos Argentinos, poderemos pagar um pato e ainda cair mais. É fundamental que o Brasil explique aos investidores que não faremos como os argentinos e que somos totalmente diferentes.

Precisamos ainda entregar nossa proposta de acordo comercial com a União Europeia o mais rápido possível e deixar a Argentina pra lá, pois não somos obrigados a carregar essa pedra.

Já coloquei minhas considerações em postagem anterior sobre o acordo com os europeus sem ter os Argentinos.

Por fim, ainda temos a reunião do Fed que começou hoje e termina amanhã para saber até onde essa onda de desconfiança dos investidores estrangeiros vai e se poderemos ter uma saída mais tranquila desse mar bravo.

Sobre a Argentina:

http://marcoantonio.blog.terra.com.br/2013/11/19/mercosul-e-o-castigo-do-brasil-em-fazer-parte/

http://marcoantonio.blog.terra.com.br/2013/11/22/a-argentina-atrasa-o-mercosul-que-atrasa-o-brasil/

http://marcoantonio.blog.terra.com.br/2013/12/12/franca-nao-se-opoe-ao-acordo-brasil-uniao-europeia/

Sobre o Brasil acompanhar as Bolsas do Mundo:

http://marcoantonio.blog.terra.com.br/2014/01/08/os-estrangeiros-dominam-a-bovespa/

Bovespa foi filme de suspense hoje.

O movimento hoje (27.01.2014) no mercado de valores foi louco, digno de um filme de suspense. Durante todo o dia o índice Bovespa oscilou entre 0,50% e -0,50%, fechando em queda de 0,18% aos 47.701 pontos e com giro de R$ 5,6 bilhões. As bolsas pelo mundo caíram com a falta de sinais positivos da China e no compasso de espera da reunião do Fed amanhã e quarta-feira.

O fato é: vamos cair e vamos chegar nos 45 mil pontos em breve. Não existe forma, meio ou qualquer outra coisa que possa tirar a negatividade sobre o Brasil. Mesmo que Dilma comece a fazer o dever de casa agora, os investidores vão esperar para ver se é real ou apenas jogo de cena.

Fica latente que não existe credibilidade do governo e enquanto não mostrar que está comprometido com a política fiscal, a economia vai cair. Se o Copom em sua próxima reunião aumentar mais uma vez a Selic, seja em qual percentual, a economia vai estancar e não teremos como sair do buraco que o governo federal cavou.

Tudo depende da seriedade e transparência do governo sem criar artimanhas e malabarismos contáveis para afirmar que conseguiu um superávit que é irreal. Ainda temos tempo de parar a descida e preparar o país para crescer no ano que vem, tudo, claro, se Dilma quiser.

Turbulência constante, voo com emoção.

Dando continuidade a série Confins, chegamos ao fim. Como é difícil decolar e pousar em Confins. O medo do pouso e da decolagem são os mesmos, o avião balança muito, quando não tá chovendo, o céu fica com nuvens em excesso. Mas o interessante são as camadas de ar que provocam uma trepidação enorme nas aeronaves.

Só posso encontrar uma explicação na altitude onde o aeroporto está situado, bem como na quantidade de indústria que jogam no ar as fumaças da industrialização e nas montanhas que cercam Belo Horizonte. Posso dizer que já fazem mais de 8(oito) meses que vou de Uberaba, as vezes de Uberlândia, para Belo Horizonte, pousando no aeroporto da Pampulha ou Confins e em todas as vezes é a mesma coisa, turbulência.

Não importa se o avião é a jato ou turboélice, a trepidação, a turbulência é sempre a mesma. Vou começar a pensar em vir de carro, pelo menos estou no solo e posso evitar esses solavancos que dão um medo danado.

No passado eu gostava de viajar de avião, adorava tanto que mesmo mais caro do que viajar de carro, ia de avião. Hoje, depois de tantas descidas e subidas em BH, estou começando a mudar meu entendimento, melhor ficar no solo e demorar a chegar, do que passar por isso.

Ademais, viajando de carro você conhece muitas coisas, pode parar para tomar um café, comer e ver o vai-e-vem da economia brasileira se deslocando de um canto para o outro.

Sempre que viajo de carro, nas paradas para café, olho as placas dos veículos parados e vejo representação do país inteiro. Pessoas de férias, outras a trabalho, outras indo estudar como eu, ou seja, todos os fins existentes na programação humana.

Encerro, aqui, essa escrita, a turbulência em pleno voo começou danada, vamos assim pelo que parece até Uberlândia. Esse sábado tá agitado, saí de uma prova na FDC e entro numa turbulência para voltar. Balança, balança, balança e balança. Fui!!!

No momento que escrevi esse post, estava dentro da aeronave

Casa do Pão de Queijo em terra mineira.

Conforme o post anterior, ontem(sábado-25/01/2014), embarquei em voo da Azul de Confins para Uberlândia, mas não irei tratar desse assunto novamente, o que vou falar é sobre a alimentação no aeroporto. Confins possui em seu último andar um restaurante muito bom e com preço elevado, portanto, não acessível à todos. Os demais que não querem fazer uma refeição completa, devem procurar as lanchonetes existentes no aeroporto.

Eu, no caso, não tive tempo de ver os preços dos lanches fora da área de embarque, somente depois que embarquei procurei algo para comer. O que mais me impressionou foram os preços praticados pelas lanchonetes dentro da sala de embarque, em especial, os praticados pela rede Pão de Queijo.

Os valores aplicados pela Pão de Queijo beira a maluquice, senão vejamos abaixo:

Refrigerante – R$ 6,00
Pão de queijo – R$4,50
Beirute – R$20,00
Misto – R$16,00
Filé de frango – R$16,00
Café com leite grande – R$7,00
Café com leite pequeno – R$5,50
Cappuccino grande – R$7,50
Cappuccino pequeno – R$5,00

Água com gás – R$ 5,00

Água sem gás – R$ 4,50

Com o preço pago por um simples café expresso, podemos comprar no supermercado um pacote de 500 gramas; o preço pago por uma garrafa de água mineral de 500ml, no mesmo supermercado, compra-se um garrafão de 5 litros; mas tudo isso não se compara ao preço de um espeto de Filé de frango ao custo de R$ 16,00, que no mesmo supermercado, pode-se comprar 1kg de Filé de Frango ou mais.

Não faz sentido, não encontro lógica em se praticar um valor tão exorbitante. A justificativa para cobrança de valores tão altos só pode ser encontrado no valor do aluguel pago a Infraero. Todavia, não creio que seja esse o problema, para falar francamente, acho que o alto valor dos produtos ocorre pela ganância da rede em obter lucro exagerado, sem causa, pois a prestação desse serviço pode ser reduzido para margens mais saudáveis.

A forma como a Casa do Pão de Queijo expõe os valores, traduz sua vontade de obter dinheiro a qualquer custo. Tenho certeza que o franqueado é quem menos recebe depois de pagar todos os envolvidos na relação empresarial (rede, impostos, trabalhadores, energia, água e o aluguel do ponto). Se compararmos com valores praticados pelo mercado em geral, encontramos água sem gás por R$2,00, água com gás R$3,00, pão de queijo por R$2,00 e bem maior que o da Casa do Pão de Queijo, café expresso R$2,00, ou seja, a proporção é muito grande.

As franquias são boas para o empreendedorismo, mas o custo para o franqueado é grande e o valor dos produtos ao mercado beira a maluquice. Vale dizer que na terra do pão de queijo, seu valor é maluco. Viva a Casa do Pão de Queijo.

Empresa Azul cobra caro para voar de BH para Uberaba.

Ontem(sábado-25/01/2014) embarquei em voo da empresa Azul no aeroporto de Confins com destino a Uberlândia vindo de minha pós-graduação, de Uberlândia ainda pego meu carro que ficou em estacionamento e sigo para Uberaba por mais 100km.

E por que minha viagem dessa forma? Não seria mais fácil viajar direto para Uberaba de Confins? Sim, seria, mas a explicação de utilizar a rota para Uberlândia é o preço da passagem.

O custo médio de um voo de Confins para Uberlândia é de R$ 97,00. Já saindo do mesmo aeroporto e vindo para Uberaba, o custo médio é de R$ 190,00. Outro fator que encarece esse custo, é que em Uberaba somente existe voo da Azul, ou seja, o monopolia é geral. Para Campinas, Brasília, Rio de Janeiro, Goiania e Belo Horizonte, somente a Azul faz os voos de Uberaba, que na maioria das vezes têm conexao em Campinas.

A Azul possui alguns voos diários para a Belo Horizonte, mas o custo é enorme, muito mais se fomos olhar o aeroporto da Pampulha, que nessa situação a passagem chega a custar R$ 300,00 de média.

Assim, fica caracterizado que a logística em Uberaba é cara e não se explica, pois a tarifa aeroportuária é a mesa e a distância de Uberaba  para BH e de Uberlândia para BH são as mesmas. Eu não consigo entender a lógica da cobrança por traz da Azul. Não consigo entender como se procede para uma mesma distância termos tarifas de pólos extremos. Bem, se alguém da Azul ler esse post, aguardo esclarecimento.

45 mil pontos da Bovespa, falta pouco.

Como escrevi no post abaixo sobre a queda da Bovespa, tudo caminha para o cenário traçado. Hoje foi mais um dia de queda sem fim de 1,10%, aos 47.787 pontos com acumulado na semana de perda de 2,8% e de 7,2% no ano.

As coisas vão piorar com o problema cambial na Argentina e crise generalizada nos demais países, inclusive na Venezuela. O mercado já fala no 45 mil pontos e se chegar até fevereiro como afirmei, receio que iremos mais para o fundo do poço, podendo chegar nos 40 mil até abril.

Futuro incerto e nebuloso. Só o governo Dilma pode nós salvar ao salvar nossa política econômica, fiscal e tributária. Vamos ver se ela volta de Davos com esse entendimento.

Bovespa beija o chão, culpa do Governo.

Venho escrevendo quase que diariamente e batendo na mesma tecla, que se as bolsas no exterior vão bem, nós aqui também vamos. Como também escrevi, existem situações que lá sobe e aqui baixa, mas no resultado final do fluxo, fica tudo igual.

Hoje foi um dia daqueles na Bovespa, as bolsas pelo mundo caíram em menor e maior grau, mas aqui, no Brasil de Dilma e companhia, a bolsa se espatifou no chão com queda de 1,99 em 48.320,60 mil pontos, quase alcançado os 47 mil pontos.

Escrevi ontem que a subida da bolsa não era para alegrar a galera, mas apenas um repique de ajuste dos preços com os investidores comprando ontem para vender hoje e fazer o lucro querido de todos, face o valor baixo das ações.

Acontece que não estamos num momento de solidez estruturada, o governo Dilma acabou com a meta de inflação, a que existe é apenas para inglês ver, e danou em gastar sem lastro. No fim de cada ano reinventa a contabilidade e faz criar uma específica para gerar superávit, que depois de melhor analisada, é descartada pelo mercado.

Com tudo isso, que já é muita coisa, ainda possibilita o aumento do gasto com os programas sociais e bolsas(família e etc…), bem como concede incentivos fiscais que só atrapalham o andamento da economia, gerando despesas adicionais para o Tesouro suportar.

Nossa bolsa caminha para bater na casa dos 45 mil pontos até meado do mês que vem ou antes. Como falei em post anterior, a melhor opção agora é ser vendido, ganhando com a baixa das ações.

Hoje circulou no mercado que a construtora Brookfield irá fechar seu capital social alegando que sofre com os prejuízos e que para melhor administrar a empresa, o capital social fechado lhe garante mais agilidade. Bem, acho que a desculpa é para aproveitar o baixo valor das ações que já beiraram esse ano os R$0,99(noventa e nove centavos), mas a lógica de melhor administrar sem ter que ficar relatando tudo ao mercado faz sentido e desde que recompre as ações por um valor justo, levando em consideração seu capital social, vale a pena deixar ela é buscar outra opção na Bovespa.

No final dessa crise toda, teremos sem dúvida uma diminuição de empresas listadas na bolsa, como também teremos um retardo das que estariam planejando entrar. De tudo isso, nosso mercado de ações será afetado num longo prazo e a economia vai passar bocados, já que o governo em ano de eleição vai gastar tudo que pode para se reeleger.

Nossa nota internacional vai cair e os investidores estrangeiros vão sair para buscar rentabilidade nas economias que fizeram seu dever de casa, o que não é nosso caso, pois a equipe de Mantega apenas estragou tudo.

Aconselho a não gastar, economize, deixe as contas e gastos desnecessárias, pague apenas o que for estritamente necessário e poupe. Não teremos bom tempo para o Brasil e a nuvem negra vai demorar para passar.

Hoje, a crise que estava no mundo chegou no Brasil por culpa do governo que não fez as reformas necessárias para evitar esse caos.

O dólar vai subir e os preços também na esteira da inflação. Os juros da Selic e demais vão subir. Guarde dinheiro.

Que todo o arrazoado acima não se concretize, mas caso contrário, é melhor remediar. Fique esperto.