Bovespa sobe com ajuda da Petrobras.

O Ibovespa teve uma pequena recuperação hoje no último pregão do mês, subindo 1,23% e 52.482 pontos. Mesmo assim, no mês de novembro o índice teve perda de 3,27%, não tendo como repor o prejuízo de 13,8% do acumulado do ano no último mês do ano. As ações tiveram certo movimento e o globo geral negociado foi de R$ 5,4 bilhões, pequeno ainda, já que poucos investidores estrangeiros estiveram presentes.

Como o índice estava em quase 50 mil pontos, o investidor foi às compras, o que ocasionou a elevação do índice e a majoração nos preços das ações. O movimento maior se deu por conta das ações da Petrobras, PDG Realty, Vale e Itaúsa. No mais, a Petrobras terminou sua reunião sem divulgar o resultado sobre a proposta de reajuste, deixando em aberto sua decisão.

Esperamos que alguma posição tenha sido tomada para minorar a sangria do caixa da Petrobras que não pode aumentar os combustíveis em virtude da piora da inflação. Essa política de administração imposta pelo governo é temerária aos acionistas privados e prejudicial aos planos de investimentos da empresa.

Outro fator que ainda pesa na bolsa é a possibilidade do rebaixamento da nota do país, já contabilizado nas ações e que sem essa possibilidade, poderíamos ter subido uns 10 mil pontos. Tudo, como se vê, é causado pela política econômica maluca desse governo prejudicial ao povo, ao empresariado, aos investidores qualificados ou não, que não tem noção da prejudicialidade imposta na condução de uma política fiscal degradante.

Um país que possui um ministro da Fazenda totalmente desacreditado do mercado, não pode conseguir bons resultados em seus projetos de investimentos e de infraestruturas, muito mais quando muda a toda hora e ao seu livre desejo, a regra do jogo, obrigando a Receita Federal à declaração uma guerra contra a iniciativa privada por mais arrecadação e a qualquer custo.

Mas como tenho afirmado, ano que vem podemos mudar isso, basta só querer e votar para mudar.

Dia parado na Bovespa.

Mais um dia do mesmo na Bovespa, com movimento de apenas R$ 4,377 bilhões, com queda no índice de 0,08%, chegando aos 51.846 pontos. Com esse movimento, verificamos que várias ações passaram minutos sem efetuar compra e venda, sendo um exemplo a MRFG3 – Marfrig, que chegou a ficar 3(três) minutos sem lance.

Tudo se deve ao fato de ser feriado nos EUA, ficando o investidor estrangeiro fora da bolsa. Como já falei, somente os investidores locais não dão conta de ativar a Bovespa, o volume de recurso é muito pequeno como o de hoje, deixando as ações em constante estado de inércia.

O investidor individual não considerado qualificado, não consegue com essa movimentação, gerar fluxo de caixa em suas aplicações, fazendo com que abandone a bolsa e busque outros meios para aplicar seu dinheiro.

As oscilações dos valores das ações é muito pequena, de um a três centavos e demoram para acontecer. Sem contar que os investidores qualificados movimentam de uma só vez uma soma enorme, impedindo o pequeno de realizar suas transações de compra e venda, chegando a passar quase uma hora para comprar e vender.

E com tudo isso, parece que vamos continuar assim por muito mais tempo, já que o governo não ajuda com os gastos fiscais e demais medidas para conter a inflação e o aumento dos juros, o que cria receio no investidor estrangeiro, tirando-o do nosso mercado.

Vamos caminhar para viver de centavos em centavos. Fazer o quê? Sem a ajuda do governo em controlar seus gastos, vamos amargar desilusões diárias na bolsa.

Vale adere ao Refis.

A Vale comunicou agora pouco por meio de fato relevante, que vai aderir ao Refis do Governo Federal para pagar as autuações da Receita Federal dos lucros obtidos em suas controladas no exterior.

A adesão ao Refis é um verdadeiro erro. A Justiça está julgando a lide da Vale no Superior Tribunal de Justiça e sua adesão obrigará desistir da ação. O STJ adiou o julgamento para a próxima semana e a votação estava empatada em 1(um) voto favorável e outro contra.

Abaixo segue o fato relevante divulgado ao mercado pela Vale.

“Vale adere a acordo de refinanciamento para pagamento de imposto de renda.

A Vale S.A. (Vale) informa que seu Conselho de Administração aprovou adesão ao acordo de refinanciamento de tributos federais (REFIS) referente a pagamento de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro liquido de controladas e coligadas sobre o lucro gerado no exterior nos anos de 2003 a 2012, conforme as condições estabelecidas pela Lei 12.865/2013, de 9/10/2013, e pela Medida Provisória 627 (MP 627), de 11/11/2013.

A adesão ao REFIS  implicará em pagamento à Secretaria da Receita Federal de R$ 5,965 bilhões no final deste mês e de R$ 16,360 bilhões parcelados em 179 meses, com os valores das parcelas mensais corrigidos pela taxa de juros SELIC. Desse modo, o valor presente líquido do fluxo de pagamentos é estimado pela Vale em R$ 14,425 bilhões.

“As condições propostas viabilizaram considerável redução dos valores em discussão, sendo a decisão de aderir ao REFIS consistente com nosso objetivo de eliminar incertezas e de liberar esforços para a concentração na gestão dos negócios da Vale”, afirmou o Diretor Presidente Murilo Ferreira.  “O pagamento do imposto será financiado por nosso fluxo de caixa operacional, não requerendo elevação de endividamento, nem tampouco provocará mudanças significativas em nossa programação financeira, a qual continuará a apoiar nossas iniciativas de crescimento e geração de valor, a satisfação das aspirações dos acionistas por dividendos e a manutenção de um balanço sólido”, complementou Murilo Ferreira.

O contencioso total para os anos de 2003 a 2012, incluindo períodos autuados e não autuados para a Vale e suas controladas, foi estimado em R$ 45,0 bilhões – R$ 17,084 bilhões de principal, R$ 9,831 bilhões de multa, R$ 11,991 bilhões de juros e juros sobre multas, e R$ 6,094 bilhões de encargos. Dentro das opções oferecidas pela legislação, a Vale decidiu pelo pagamento à vista do principal relativo a 2003, 2004 e 2006 e o parcelamento do principal, multas e dos juros relativos aos anos de 2005, e 2007 a 20121.

A opção escolhida pela Vale apresenta valor de face estimado em R$ 22,325 bilhões, sendo R$ 16,286 bilhões de principal, R$ 1,565 bilhão de multa, e R$ 4,474 bilhões de juros e juros sobre multas. A redução de principal ocorre devido ao abatimento de R$ 798 milhões em consequência de prejuízos acumulados no Brasil.

O valor presente dessa opção após benefícios tributários é de R$ 14,425 bilhões, revelando-se melhor do que a opção pelo pagamento total à vista por reduzir a pressão sobre a liquidez da companhia e minimizar o valor presente dos pagamentos.  A adesão terá impacto estimado em R$ 20,725 bilhões sobre o lucro apurado em nossas demonstrações contábeis relativas ao ano de 2013, em função do reconhecimento do saldo total a pagar líquido do benefício fiscal relativo aos juros vencidos, objeto do parcelamento e dedutíveis para fins de cálculo do imposto de renda.

Nos anos seguintes, as despesas financeiras incluirão os encargos de juros cobrados sobre as parcelas do REFIS. Os fluxos de caixa futuros sofrerão o impacto dos pagamentos das parcelas mensais do REFIS nos termos anteriormente descritos.”

http://www.bmfbovespa.com.br/cias-listadas/empresas-listadas/ResumoInformacoesRelevantes.aspx?codigoCvm=4170&idioma=pt-br

Copom aumenta Selic para 10%.

O mercado já esperava a decisão do Comitê de Política Monetária – Copom, que elevou a Selic para 10% hoje de noite. A reunião que acabou agora pouco, foi a última do ano. Na decisão o Copom afirmou que o aumento é sem viés, levando em consideração o andamento da economia e da política fiscal.

Em ocorrendo uma melhora nas duas áreas, a Selic poderá parar de aumentar, permitindo que o crescimento do consumo e da indústria ocorra com maior rapidez. Nas próximas semanas ou dias, passaremos a contar com juros maiores nos bancos, elevando os empréstimos e financiamentos ao consumidor final.

O Copom afirmou que a decisão de aumentar a Selic foi unânime e sem viés: “Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a Selic para 10% ao ano, sem viés”.

Para estancar futuros aumentos, precisamos que o governo federal cuide de sua contabilidade e deixe de gastar dinheiro sem recurso e sem projeto, parando com os programas sociais de bolsa família e demais. Sofremos ainda com o risco de ter nossa nota de investimento rebaixada pela tentativa do governo de alterar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O sinal vermelho já está aceso e é necessário a sociedade se mobilizar para interromper essa trama governamental. O Brasil vai precisar de toda a sua cadeia produtiva para segurar a retirada do estímulo do Fed na compra dos títulos públicos do governo americano.

Precisamos fazer logo nosso dever de casa. É urgente e ainda temos 5(cinco) meses para tanto.

Bovespa respira pouco.

Hoje o dia na Bovespa foi de calma e de elevação dos preços das ações. Com a saída da OGX do índice, as ações da Petrobras, Vale e dos Bancos ganharam mais valor na composição do Ibovespa, fazendo uma divisão melhor para mensurar a valorização ou não.

O índice se recuperou subindo 0,81%, 51.861 pontos, tendo as ações dos bancos como grande causa da recuperação na esteira da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que adiou o julgamento da correção das cadernetas de poupança, deixando a votação para o ano que vêm.

O Itaú PN subiu 2,65%, R$ 32,85; Banco do Brasil 2,62%, R$ 25,40; Bradesco PN 2,34%, R$ 30,60. A Vale também subiu: Vale ON 2,09%, R$ 34,24; Vale PN 1,88%, R$ 31,45.

A movimentação foi fraco, permitindo que algumas ações ficassem por até um minuto sem comercialização. Como já falamos, nossa bolsa não consegue viver somente com os investidores locais e sem a presença dos estrangeiros, nosso movimento é pequeno, gerando ganhos menores e uma nova reeducação de ganho.

Dessa forma vamos caminhando para o final do ano e esperando que em 2014 possamos ter uma reviravolta para melhor. Para isso, se o governo federal puder ajudar só um pouquinho, já seria de uma utilidade sem tamanho. Como brasileiro não desiste nunca, nossa esperança é a última que morre.


Dirceu arrumou trabalho.

O condenado e preso, ex-ministro José Dirceu, conseguiu o emprego dos sonhos. Vai ser gerente administrativo do hotel Saint Peter, em Brasília. Sua carteira de trabalho foi assinado no dia 22 de novembro de 2013, com salário de R$ 20 mil reais por mês.

Dirceu poderá trabalhar durante o dia e voltar para prisão a noite para dormir. Além da pena de privação de liberdade, o salário poderá servir para pagar a multa imposta na pena, já que a Lei de Execução Penal estipula sua retenção para pagar o dano, entregar parte a família e abrir poupança em nome do condenado que poderá retirar quando cumprir a pena.

O condenado está cumprindo com todos os requisitos que a lei determina, portanto, deve ter seu direito ao trabalho. A lei deve ser cumprida.

Genoino dançou, vai ter que voltar para cadeia.

Genoino bem que tentou mas não conseguiu. Quando foi examinado pela junta médica de profissionais com nome a zelar, ficou decidido que é portador de doença cardiovascular, mas não precisa ficar em prisão domiciliar, pode ir para cadeia pagar pelo seu pecado.

Com a informação do laudo, o presidente do STF poderá deliberar sobre a permanência do preso em prisão domiciliar ou se voltará para a Papuda. Para que o tratamento ao preso Genoino seja igualitário aos demais presos por todo esse Brasil, deve voltar para cadeia e lá ficar durante a noite e sair de dia para trabalhar em ambiente que permita seu esforço.

Todavia, pelo pedido de aposentadoria feito na Câmara dos Deputados que é onde podemos encontrar o melhor emprego do mundo, já que não se trabalha, qual outro tipo de emprego poderá ser realizado pelo doente Genoino?

Pode ser o de porteiro, contando pessoas. Pode ser o de guardo do tempo, contando as horas. O certo é que deve voltar para cadeia e pagar pelos crimes que cometeu contra o povo brasileiro.

O ministro da Fazenda não sabe o que faz e o que diz.

A maior empresa brasileira, a Petrobras, vai sofrer muito no atual governo. Hoje o ministro da Fazenda, aquele homem que conduz nossa economia com um brilhantismo negro, soltou mais uma de suas parábolas. Disse que o reajusta e a fórmula encontrada pela Petrobras para garantir caixa com a compra no exterior e venda interna da gasolina e diesel, não será aprovada na reunião de amanhã.

Assim falou o ministro: “Tem de ser feito de forma cautelosa, com uma metodologia que não seja inflacionária”. Disse ainda que o reajuste “Não pode ser uma indexação. Estamos trabalhando para desindexar”.

O ministro argumento isso para que o reajusto dos combustíveis faça a inflação crescer e sair da meta estabelecida pelo governo, o que poderia gerar dividendos negativos na véspera da eleição.

Mas o governo não pode tratar a Petrobras como se fosse uma autarquia. A Petrobras é um,a empresa de mercado, com acionistas nas mais diversas partes do mundo, e deve ter como premissa o lucro, não o controle da inflação.

Para controlar a inflação, o governo teria como alternativa deixar de fornecer as mais diversas bolsas àqueles que não querem trabalhar e fazem das mesmas seu meio de vida. Com essa atitude chegaria numa economia primária que melhoraria nossa condição para pagamento de juros, diminuindo as taxas do C-Bonds brasileiros.

Outra medida para o atual governo melhorar suas economias pode sair de acompanhamento dos contratos de infraestrutura rodoviária, com melhor fiscalização, para que as obras pudessem ser cumpridas no tempo contratado, com poucos aditivos.

A redução da carga tributária (IRPJ, IRPF, IPI, PIS/CONFINS) é outra alternativa, melhorando o ganho da indústria e aumentando o consumo das famílias, que com mais dinheiro em caixa, despejariam esse dinheiro no consumo. A redução do imposto será compensado pelo aumento do consumo.

Por fim, poderia o atual governo gastar a arrecadação de forma melhor. O gasto com saúde, educação e segurança fica solto, sem uma política de acompanhamento. O cerne da questão é que o governo não sabe para que lado ir e no final não vai para lugar algum.

Esperamos que encontrem até o final do mandato uma via que coloque o Brasil nos trilhos. Caso contrário, teremos a nota de investimento rebaixada no próximo ano. Seja como for, ainda podemos mudar isso, basta realizarem as correções necessárias o quanto antes, mas para isso, não encontramos respaldo no governo de Brasília.

Nessa celeuma toda, os acionistas da Petrobras e a própria, vão caminhando para o poço de onde sai o petróleo, mas para o poço vazio.


Genoino conseguiu o que queria do STF.

Genoino saiu do hospital e foi para prisão domiciliar em Brasília, onde ficará na casa de sua filha. Fico pensando o por que de toda essa balbúrdia por uma simples situação de doença. Genoino não é e não será o primeiro preso com essa doença, mas será o primeiro preso a ter direito a ir passar férias eternas em casa por causa dela.

Nós temos milhares de presos nessa mesma situação e o Estado e os demais políticos não fazem o mesmo melodrama. Sequer estão aí para o fato de o preso ter ou não ter a doença e não vão visitá-los no presídio.

Também nunca vi um governador visitar o presídio para ver sua condição, como ocorreu no caso do governador de Brasília. A forma como os políticos e os poderosos de Brasília se comportam nesse caso, deixa transparecer que somente seus amigos podem ter essas regalias.

Enquanto milhares de familiares esperam dias e dias para uma visita; enquanto são obrigados diariamente a dormirem em frente a presídio para obter senha de visita para o dia seguinte, os amigos de Genoino não ficam em vilas e a todo hora, seja de dia ou de noite, entram no presídio para visitá-lo.

O Estado brasileiro deve rever seus conceitos e mudar essa metodologia de amigos do Poder. Deveria o poder público usar essa situação como exemplo e cumprir as regras rígidas do sistema prisional para mostrar que todos são iguais perante a Lei.

Ao permitir que os amigos dos três cardeais do PT tenham as regalias inexistentes aos demais presos, mostram nossa desigualdade e falta de preparo para comandar o País e servir como deve ser.

Infelizmente ainda vamos ver por muito tempo esse procedimento. Enquanto o PT estiver no governo, fará dele como se fosse um militante que têm a obrigação de bajular seus filiados e seus cardeais.

Vergonha, vergonha e vergonha.

Genoino conseguiu o que queria.

De tanto tentar, ele conseguiu. Quem? Genoino, claro. O presidente do STF concedeu prisão hospitalar para que ele se trate. Já disse aqui que isso não é certo. O réu tem que cumprir a pena na cadeia ou todo preso que sofre da mesma doença deve ser encaminhado para o hospital e ter sua prisão convertida em domiciliar.

É errado favorecer apenas o Sr. Genoino. Enquanto ele estava na boa, sendo o presidente do PT e mandando e desmandando no país, seu coração estava 100%. Agora que precisa pagar pelas suas falcatruas, o coração não aguenta.

Por favor, vamos ser realista. O que ele quer é sair da cadeia e ficar no conforto do lar, perto da família, dos amigos, da boa comida e do bom vinho. Se ele pode, por que os demais presos na mesma situação não podem?

A lei deve servir ao mesmo rei como um todo, nunca diversamente. Tratar os iguais de forma desigual é injusto. Todo o preso que estiver com a mesma doença deve ir para casa ou para o hospital.

E Lula que não ia ficar calado por muito tempo, disse ontem com prefeitos de sua sigla, que o partido sofre perseguição de alguém e que a lei deve ser para todos igualmente. Esse Lula é uma piada só, quer mesmo mudar o sistema de qualquer jeito.

Acorda Brasil !!!!!!!!!!!!

A Argentina atrasa o Mercosul que atrasa o Brasil.

Comentamos em post anterior, que o Brasil só sofre com o Mercosul. Ficou claro agora como pode ser lido no jornal Valor Econômico de hoje, que a Argentina não está nem um pouco envolvida com o interesse comum do Mercosul.

Os argentinos apresentaram proposta para levar a União Europeia em desacordo com os demais, deixando de finalizar estudo em três pontos fundamentais para o desenrolar da negociação do Acordo de Livre Comércio.

Ficaram de fora serviços, investimentos e compras governamentais. Sem esses três componentes, fica impossível o Mercosul avançar no acordo. O Brasil precisa entender que nós não podemos carregar os argentinos pra todo lado. Se eles querem ficar isolados, que o restante do bloco faça o acordo e eles que se danem.

Mas a política da Dilma é ser carinhosa com os bolivarianos, mesma estirpe de seu partido, e com isso o Brasil vai ficando de fora dos acordos mundiais. Enquanto EUA, Japão e Austrália estão em fase de finalizar seus acordos, nós estamos empacados no Mercosul por causa da Argentina que só dá dor de cabeça.

Vamos mandar esses caras para o lugar que merecem e tratar de nossos interesses sozinho. O Uruguai e o Paraguai apresentaram propostas que superaram o limite mínimo pedido pela União Europeia, nós ficamos em 82%, mas podemos chegar até os 90% pedidos. Todavia, a Argentina está melando as negociações e não podemos aceitar.

Façamos os três países capacitados o acordo e deixemos a Argentina a ver navio e de olha apenas para as Malvinas. Esse povo é muito estúpido, besta e chato. Vamos largar essa história de Mercosul e vamos focar naquilo que ajudará o povo brasileiro e sua economia.

Vamos fazer o acordo e vamos logo, o tempo é curto. Não vamos permitir que a Argentina atrase o Mercosul mais do que já fez e atrase o Brasil além do que já nos custou na economia.