Caiu outra vez.

A semana para Bovespa não foi das melhores, fecha seu último pregão semanal com uma queda de 1,32%. O volume negociado não passou de R$ 5,5 bilhões, um patamar muito baixo e que vem sendo a constância dos pregões quando não existe compra de investidores externos.

Já está pacificado que o remédio para estancar essa sangria é a realização das reformas que devem ocorrer o mais rápido possível, começando pelo já batido e cansativo argumento da infraestrutura, parar de intervir diariamente nos assuntos privados e mantendo as regras contratuais até o fim.

A prudência foi a palavra da semana. Todas as minhas avaliações de baixa ocorreram no final do dia, o que nos deixou de realizar operações “day trade”, já que a compra se daria depois do mercado e me obrigaria a dormir com a ação.

Como gosto de operar em sua grande maioria com “day trade”, a semana foi improdutiva e será assim de agora em diante, a lógica por aqui é não dormir com ação, pois existe um grande risco de no dia seguinte continuar a cair.

Cautela nesse momento é salutar e deve ser a palavra de ordem a ser seguida. Bom final de semana.

Caiu novamente. Quem foi?

Ela foi pra baixo; ela caiu novamente; ela acha que pode suportar o descaso da infraestrutura, da burocracia e da falta de vontade de quem pode resolver. Quem foi pra lona? A Bovespa. Caiu 1,02% como já tínhamos falado hoje cedo, empurrada pela Vale, Bancos, Construtoras e Exportadoras.

A notícia do balanço trimestral do Santander não agradou o mercado. As notícias da China são diárias e num dia ajuda e noutro não. Ontem foi dia de não ajuda. Hoje de ajuda, mas não o suficiente de levantar a bolsa, já que os balanços divulgados hoje aqui das empresas brasileiras foram fracos.

Quem subiu segunda-feira e ontem, caiu hoje com os investidores realizando lucros. A vida não tá fácil para a Bovespa e para os investidores nacionais. Mas como brasileiro não desiste nunca, um dia a vida vai melhorar.

Vamos esperar para ver o que vai acontecer amanhã. Qual notícia será a melhor? e qual será a pior? O certo é que da forma como estamos não vamos chegar a nada ou lugar algum. Dá-lê vida cruel de investir no Brasil. Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amoooorrrrr.

Outro dia do mesmo para Bovespa.

Começo com a frase do título, Outro dia do mesmo para a Bovespa. O índice IBOV tem nesse momento baixa de 1,42%, liderado pelas ações da Vale, Petrobras, Bancos e construtoras. No cenário externo as bolsas subiram em todos os continentes, provando que a nossa bolsa está fora do mapa financeiro mundial.

Infelizmente não podemos continuar assim. É fundamental que o governo corra e faça as reformas necessárias para que o investidor externo possa ter confiança em aplicar seu dinheiro no Brasil.

Temos que aceitar que nossa bolsa só sobe, como subiu na semana passada, por caráter especulativo. Quando o investidor ganha dinheiro lá fora, vem no Brasil, sai comprando por um ou dois dias, e depois vende tudo e vai embora com o lucro no bolso. Nesse momento achamos que a Bovespa vai subir e nada disso é verdade.

Lutamos para ultrapassar a barreira dos 56 mil pontos como se fosse o fiel da balança, mas na realidade, falta é preparo estrutural e viabilidade governamental. Hoje estamos em 54 mil pontos e vai ser difícil para a Bovespa chegar no final do ano na projeção dos 60 mil pontos. Como já disse em post anterior, se a Bovespa chegar pelo menos a segurar os 56 mil pontos no final do ano, já é uma vitória.

Enquanto isso no Palácio do Alvorada, a presidente Dilma diz que o país tá uma maravilha e, por isso, quer doar para Moçambique 3(três) aviões tucanos da nossa Força Aérea, sem pelo menos comprar os novos caças para repor.

Por tudo isso, me parece que esse governo vive na lua ou em um mundo utópico. Só ele não consegue perceber que temos burocracia ao extremo, falta de logística e infraestrutura para escoar nossa produção e etc…, mas tudo para Brasília é uma maravilha.

Dessa forma, vamos caminhar para o berço esplendido do isolamento. Ver para crer.

Bovespa não segura 56 mil pontos.

A bovespa hoje caiu. Depois de uma semana iniciada no azul, hoje quase todas as ações tiveram queda. Encontramos informações de que se trata de realização de lucro, mas na realidade é o fator China ter diminuída a compra de matéria prima.

A VALE3 caia mais de 2,50%; a OGXP3 despencou em mais de 11%; as ações de varejo e bancos caiam, tendo o Bradesco BBDC4 1,81% de queda. O mercado testou os 56 mil pontos e não aguentou, voltamos para os 55 mil e devemos ficar nesse patamar até o final do mês.

Como já é consenso que BC vai aumentar mais uma vez a SELIC e o Fed não vai diminuir o programa de compra de títulos americanos, a Bovespa ficará nesse de subir para 56 mil e depois voltar à 55 mil pontos e realizar lucro.

O resto do ano irá girar dessa forma. Não esperamos um acréscimo até o 60 mil pontos como no início do ano, pela conjuntura do Brasil de ser pouco atrativo ao capital externo e nossa briga com os 56 mil pontos será até o fim de 2013.

TAM e Receita Federal.

Por mais incrível que possa parecer, aconteceu no Brasil outra vez. A TAM possui seu centro de manutenção de aeronaves, que também atende a terceiras companhias, na cidade de São Carlos – SP.

Depois de efetuar redução de custo e de melhorar a logística, busca ampliar sua capacidade de oferta, tendo como outros clientes empresas internacionais e as demais aeronaves da Latam.

Acontece que o aeroporto de São Carlos não é internacional, portanto, não pode receber aviões de outras nacionalidades para manutenção. A TAM elaborou todo o procedimento para atestar ao novo aeroporto a categoria de internacional.

Mas para acontecer, é necessário que vários órgãos do governo (Ministério da Agricultura, da Polícia Federal, da Anvisa, da Aeronáutica e da Receita Federal) possibilitem a criação de uma alfândega, transformando o aeroporto doméstico de São Carlos em internacional.

Todos os órgãos foram favoráveis, menos, claro, a Receita Federal. Com a transformação do aeroporto em internacional, a TAM investirá R$ 50 milhões de reais para ampliar o hangar e dobrar seu faturamento e de quebra o faturamento em imposto.

Mas justamente a Receita Federal sugadora de imposto, não aceita, afirmando que a movimentação no aeroporto não será elevado para deixar seus funcionários lá parados.

É uma falta de bom senso, de respeito com empresariado, de valor com o país, não permitir que a mudança na categoria do aeroporto ocorra. Somente com a ampliação a TAM aumentará seus empregados em 700 (setecentos).

Isso é que podemos chamar de um país “justo”. Pode ser tudo na vida, agora justo, isso não é não. Como o governo joga contra a iniciativa privada, é uma aberração descomunal não permitir por causa de um órgão, a mudança da categoria.

Caro leitores, ano que vem temos eleição, vamos mudar para que o país possa crescer melhor e retirar as amarras.

Petrobras e seu campo de libra.

O campo de libra foi leiloado ontem. A nossa Petrobras ficou além dos 30% legais, com mais 10%, finalizando com uma participação de 40%, o que irá gerar um desembolso de R$6 bilhões de reais. Depois da festa feita pelo governo, começou a circular hoje a conversa de que o governo vai fazer um aporte no mesmo valor na Petrobras para que ela possa pagar a comissão inicial.

Podemos ver que tudo já começa errado, pois na situação defasada que a Petrobras está hoje, obrigar a empresa assumir uma participação de 30% é um erro. Esse governo não consegue entender que a gerência que faz na Petrobras é errada e o mercado começa a perceber como uma malefício.

Quem em sua sã consciência investirá a longo prazo numa empresa onde seu controlador joga contra. A movimentação da Petrobras na bolsa é apenas especulativa, de operações day trade ou no máximo semanal.

Apenas os fundos são obrigados a manter as ações por mais tempo para compor com o índice bovespa. É incrível como o atual governo consegue fazer tanta besteira uma atrás de outra. Vamos esperar que essa conversa não seja verdadeira e a Petrobras se vire por conta própria para pagar pela parte que comprou de libra. É ver para crer.

Relatório de Emprego Americano e Bovespa

Foi divulgado o relatório de emprego dos EUA com a criação de 148 mil empregos em setembro, que ficou abaixo da expectativa de 180 mil novos empregos. A taxa de desemprego caiu de 7,3% para 7,2% e o levantamento se deu antes da paralisação do governo, o que deve transformar o próximo relatório.

Outro ponto importante é que os americanos estão desistindo de procurar emprego, ficando fora da estatística oficial, por isso a diminuição da taxa. Com isso, fica quase que sacramentado que o Fed não irá diminuir a compra de títulos, mantendo o programa por mais tempo e qualquer alteração de curso somente deve ocorrer em 2014.

O Fed deve ainda ter prudência em reduzir ou não seu programa enquanto o governo Obama e o Congresso não finalizarem as conversas sobre o orçamento e o teto da dívida pública americana. Em outras palavras, vemos como médio prazo a redução e o aumento do capital nesse período nas Bolsas de Valores do mundo.

Todavia, fazer aplicação de longo prazo na Bolsa nesse momento é preocupante, pois nada continua pior para sempre e a economia americana vai sair do colapso no ano que vem e o capital vai sair da bolsa brasileira e migrar para os títulos americanos. Eles não vão ficar nessa briga para sempre, logo vão entender que isso só prejudica sua imagem e resolverão suas pendências.

Aplicar na Bolsa é sempre um bom investimento, mas nós sofremos no Brasil com um governo gastador, interventor e desqualificado para sanar as dificuldades de escoamento da produção agrícola e agropecuária com a baixa infraestrutura rodoviária e ferroviária.

Nossa política tributária é uma loucura, os entes federados não se entendem e a tributação sobe ao céu. O atual governo quebra contrato e força os investidores a perderem na taxa interno de retorno, obrigando-os a participar de leilões malucos e sem nexo das rodovias, ferrovias e aeroportos.

Tudo isso faz o investidor externo ter medo e procurar locais mais estáveis para investir, e o título americano, mesmo com a confusão lá, é um porto seguro.

Aplicar na Bovespa deve ser, no nosso entendimento, a curto prazo com visão nos eventos do início do ano.

Campo de Libra foi leiloado.

A novela do Campo de Libra, na bacia de Santos, acabou. No leilão agora pouco, apenas um consórcio apresentou proposta no lance mínimo estabelecido pelo governo. A Petrobras terá além dos 30% já determinado, mais 10%, tendo que fazer um desembolso de R$6 bilhões de reais.

O único consórcio presente é formado pelas empresas Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC e sua proposta foi de 41,65% do excedente em óleo extraído do campo, percentual mínimo fixado pelo governo no edital.

O formato exigido pelo governo levou o país a perder receita, pois não teve disputa, o que levou apenas na apresentação da proposta em lance mínimo. Os grandes da exploração do petróleo não vieram, ficando o encargo pesado para a Petrobras.

É necessário que o governo mude a regra para os próximos leilões, sob pena de sofrer outro vexame como esse, tendo apenas um ou outro concorrente único, sendo a Petrobras sócia obrigatória. A situação atual para a Petrobras é de miséria só por não ter condições de aumentar a gasolina e sanar a sangria de seu cofre.

Os investidores sabem disso e devem ficar atentos para não perderem mais dinheiro com suas ações. Eu, particularmente, acho o investimento na Petrobras um risco muito grande por não ter a empresa a rédea de seus movimentos, tornando governo uma ameaça a sua existência.

A forma como a presidente Dilma comanda os movimentos da empresa, não permitindo o aumento do preço dos combustíveis ao nível internacional, leva ao rombo de mais de R$160 bilhões de reais.

Bem, se não houver contestação, o leilão do campo de libra já foi, é fato consumado, devendo, nós, os mortais brasileiros, aguardar para daqui 5(cinco) anos o início de sua produção e a possibilidade de gerar preço menor nos combustíveis, além de riqueza para nação.

Lula e suas falas utópicas.

Em evento da Fecomércio do Rio de Janeiro, no hotel Copacabana Palace, neste final de semana, Lula voltou a falar sobre a corrida eleitoral, sobre o governo Dilma, sobre economia e política externa. Para cada tema deixou transparecer que o governo do PT é melhor, sempre foi melhor e será o melhor para País nos próximos 4(quatro) anos.

Reclamou que Aécio foi falar de nossa economia no exterior, como se somente ele, Lula, fosse autorizado a falar sobre nossa economia; do governo Dilma, afirmou que a criação do programa Minha Casa Melhor foi um golaço; da economia, disse que de todas as existentes no mundo, a nossa é a melhor, e da política externa, criticou Obama.

Lula parece que vive num mundo utópico ou num Brasil inexistente. Quem foi que disse que nós assinamos uma procuração para só ele falar no mundo sobre nossa economia; quem disse que o programa Minha Casa Melhor foi um golaço, quando obriga o Estado a gastar mais dinheiro com quem já ganhou uma casa, aumentando os impostos dos que trabalham para sustentar as riquezas do PT; quem é o economista que o assessora, para dizer que nossa economia é a melhor do mundo, se estamos penando com a falta de reforma não realizada por seu governo e de Dilma; como pode criticar Obama por nos espionar ou espionar Dilma, se nosso governo, o seu e de Dilma, são incompetentes em investir na segurança dos dados do governo e de suas estatais.

Infelizmente a campanha de 2014 está chegando e teremos que continuar a ouvir as aberrações de Lula. O mundo em que ele vive não parece normal, pois como se lê em todos os jornais, quem faz uma palestra por R$200 mil reais, não pode falar tanta besteira.

O cara fala tanta besteira que no mesmo evento elogiou o governador Sérgio Cabral e na platéia estava senador de seu partido que irá concorrer ao governo do Rio de Janeiro contra o candidato do atual governador Sérgio Cabral.

Como não votei em Lula nas duas eleições que ganhou, posso dizer que esse cidadão nunca me representou. Pena de seu senador que teve sua campanha criticada pelo principal cabo eleitoral. Espero que continue fazendo seus discursos para os demais candidatos como fez esse discurso.

Como sempre diz: Nunca na histórico desse país ………

Uma fala real sobre a Amazônia.

O jornal Folha de São Paulo de hoje traz entrevista do General do Exército Brasileiro, Eduardo Villas Boas, Comandante  Militar da Amazônia, repleto de dados e fundamentos para tudo o que escrevemos em post anterior.

Sua entrevista é uma verdadeira aula de lição cívica e patriotismo. Infelizmente, sua fala é correta, o Brasil tem uma ilha dentro de si, a Amazônia. Vale a pena ler a entrevista e refletir se devemos ou não ocupar definitivamente a região, levando o verdadeiro desenvolvimento, àquele que é focado no bem estar das pessoas.

Post anterio: http://marcoantonio.blog.terra.com.br/2013/09/27/br-319-uma-amazonia-de-vida/

Folha de São Paulo, Caderno Poder 2, fl. 4, sábado, 19 de outubro de 2013.

IPCA-15 aumenta.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), do IBGE, foi divulgado nesta sexta-feira em seu “site” e mostrou um aumento para 0,48% em outubro. No ano o índice já soma 4,46%.

“As despesas com alimentação, que cresceram 0,70%, e com habitação, que aumentaram 0,67%, foram as principais responsáveis pela aceleração da taxa do IPCA-15 de setembro (0,27%) para outubro (0,48%). Juntos, os grupos Alimentação e Bebidas, cujo impacto foi 0,17 ponto percentual, e Habitação, com 0,10 ponto percentual, responderam por 56% do índice do mês.” (http://saladeimprensa.ibge.gov.br/en/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2493)