A violência e esse governo.

Nunca na história desse país tivemos uma praga tão grande como a violência implantada em todas as cidades do Brasil. Do Acre à São Paulo, do Rio Grande do Sul ao Amapá, só se vê violência, assalto, roubo, furto, assassinato, sequestro, estupro e demais tipos penais.

No Acre, nesse último domingo, um jovem e seu amigo que saiam de uma festa foram sequestrados por causa da camionete Amarok. Ficaram 2(duas) horas sob a mira dos assaltantes. Conseguiram fugir e não sabem se serão perseguidos novamente. Quanto a camionete, a polícia não viu e nem sabe onde está.

Recentemente, na cidade de Acrelândia, município do Acre, o delegado de polícia teve que sair da cidade por estar sendo ameaçado de morte. Imagine, um delegado fugiu da cidade. Onde está a polícia para prender os bandidos?

O que acontece com nosso país? Por que essa onde de crimes? Por que o Estado não faz nada? Por que os políticos não fazem nada? Ora, a resposta é simples. Eles estão mais preocupados em obter favores do Estado; estão mais preocupados em desviar dinheiro público como se vê em todos os jornais diariamente.

E a Justiça? Ah, a justiça, essa pobre coitada passa a mão na cabeça deles e permite que continuem “roubando”. Um exemplo clássico foi a decisão do STF com os mensaleiros. Nós, pobres brasileiros mortais, sem mandato, sem toga, sem foro por prerrogativa de função, estamos sofrendo os males do desenvolvimento do PT, PSDB, PSOL e demais.

Senhor Brasileiro, abra seu olho, exija seu direito. Questione o juiz que soltou o ladrão; questione o político que não aprovou a lei para beneficiar o cidadão de bem; questione o político que manteve mandato de parlamentar que desviou dinheiro público. Questione, questione e questione.

Só assim nós poderemos ter um país que cuide de seu povo. Larguemos dos políticos que estão aí. Votemos para mudar os titulares, começando pelo parlamento estadual e federal, depois o executivo e, finalmente, o juiz de sua comarca.

Lembre-se: questione, questione e questione ontem, hoje e amanhã.

É verdade ou mentira???

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, disse hoje (30) que parte dos juízes brasileiros não aplica devidamente as leis de combate à corrupção devido a relações políticas com aqueles que poderão influenciar sua promoção na carreira.

“Não há mecanismos que criem automatismos, permitindo que o juiz, passado determinado tempo, seja promovido sem ter que sair por aí, com um pires na mão, para conseguir essa promoção. Por isso é que digo: ‘deixe o juiz em paz, permita que ele evolua na sua carreira, de maneira natural, sem que políticos tenham que se intrometer.’ Essa é uma das razões pelas quais muitos juízes não decidem [em ações de combate à corrupção]. Vamos atacar o problema na sua raiz”, defendeu o ministro.

Barbosa destacou que o Brasil tem leis de combate à corrupção, que não são perfeitas, mas não estão sendo aplicadas. “Eu acredito firmemente que, quando o juiz quer, ele decide. Ele aplica. Só não aplica a lei aquele juiz que é medroso, é comprometido, ou é politicamente engajado em alguma causa, e isso o distrai, o impede moralmente de se dedicar a sua missão”, disse Barbosa, ao falar sobre produtividade, em encontro promovido pela revista Exame.

O magistrado ressaltou, porém, que parte dos juízes consegue agir independentemente de influências políticas. “Desconfie de juiz que vive travando relações políticas aqui e ali”, recomendou Barbosa. Para ele, ninguém quer ter aspectos importantes de sua vida nas mãos de juízes com tal característica. “Infelizmente, nosso sistema permite que esse tipo de influência negativa seja exercida sobre determinado juiz, mas é claro que há juízes que conseguem driblar isso muito bem.”

O ministro voltou a criticar o sistema político brasileiro, que permite a existência de muitos partidos. “Isso é péssimo, isso não é bom para a estabilidade do sistema político brasileiro. Nenhum sistema político funciona bem com dez, 12, 15, muito menos com 30 partidos. [É necessário] algo que existe em outros países, que é a cláusula de barreira. Este é o caminho, o da representatividade, só sobrevivem aqueles partidos que continuam a ter representatividade no Congresso”, afirmou.

Agência Brasil.

OGX vai a lona.

Hoje – 30.09.2013 – a OGX foi a lona. Explico: no segunda dia consecutivo a ação da OGX fechou no mercado em R$0,21 (vinte e um centavos). A notícia do final de semana foi que a empresa não pagará o bônus amanhã – terça-feira, e entrará com pedido de recuperação judicial.

Tudo de pior está acontecendo com a OGX e família EBX. Pergunto: Será que seu fundador dorme feliz ou não? Sem saber a resposta, uma coisa é certa, hoje o Sr. Eike Batista é o homem mais odiado pelo Mercado.

O Sr. Eike é uma lição de tudo que não pode ser feito por um ser normal da humanidade. Ainda bem que prestou esse grande serviço, pois agora sabemos que não podemos vender projetos iniciados apenas no papel.

Construir um porto não é a mesma coisa que escrever um texto; explorar petróleo e gás idem. A forma como Eike buscou dinheiro para financiar seus projetos o levaram da glória ao inferno em menos de 5 (cinco) anos.

Empreender com responsabilidade é a lição obtida. Ter sempre os pés no chão é fundamental para o sucesso empresarial. Temos, mesmo no fim, que agradecer Eike por nos ensinar a nunca mais confiar em projeto de papel.

PT faz mercado de balcão com Minha Casa Minha Vida

O governo do PT em São Paulo faz mercado de balcão com o programa Minha Casa Minha Vida. As casas construídas são distribuídas para militantes que participam das manifestações, invasões e tudo mais que esse partido produz de maléfico para o país.

As pessoas necessitadas que preenchem os requisitos do programa Minha Casa Minha Vida e não são filiadas ao PT ou não participam de seus atos, raramente conseguem contemplação no programa de moradia.

Em reportagem no jornal Estado de São Paulo, temos testemunhos e provas que demonstram a forma maliciosa e prejudicial que o Governo do PT impõe aos pobres e velhos, impedindo o acesso da pessoa carente ao lar, a moradia.

Prefere o PT leiloar as casas ou conceder aos seus militantes. Até quando vamos continuar com esse governo utópico de pessoas que só nos rouba. Nunca na história desse país podemos testemunhar tamanha ação prejudicial ao seu povo. Nem na época da ditadura se viu isso.

Ano que vem podemos mudar. Preste atenção. Um povo merece sempre o governo que elege. Depois não adianta reclamar.

Mercado Financeiro, Ministério da Fazenda e Banco Central

Em post anterior, afirmei que o Mercado Financeiro não gosta de palavras soltas no ar, como também não gosta quando o Ministério da Fazenda e o Banco Central falam duas línguas distintas.

Nessa semana que passou podemos ver como o Ministro da Fazendo Guido “Manteiga” é desastroso para a economia nacional. Ele mais uma vez falou sobre política econômica sem ter sintonia com o Banco Central.

O ministro afirmou que o Mercado já está tranquilo e que o Banco Central pode parar de ofertar ao mercado contratos em dólar. Doutro lado, o Banco Central afirmou que sua compra diária vai continuar até o encerramento de seu programa na forma estabelecida e conhecida.

Essa é a política econômica do Governo Federal. O ministro da fazenda não sabe o que diz e o banco central precisa se virar em mil para contornar as falas bestas do chefe da fazenda nacional.

Como pode o Mercado dá um voto de confiança com uma política econômica maluca, sendo que seus titulares não tem a menor noção do que falam e como falam. Não existe definitivamente entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda uma sintonia que prove e demonstre ao Mercado que o Brasil sabe cuidar de suas obrigações.

Diante disso, não existe como culpar o investidor estrangeiro que possui toda razão em tirar seu dinheiro do país. Infeliz somos nós pobres brasileiros que não conseguimos fazer com que a Presidente Dilma exonere esse cidadão do ministério da fazenda.

Quando a revista The Economist pediu a cabeça de Guido Mantega, nós ficamos com raiva, mas no fundo ela tinha total razão. Agora vamos pagar o pato por manter no cargo esse cidadão que não tem preparo para ser o Ministro da Fazenda.

Pobre de nós. O que será de nós.

BR 319, uma Amazônia de vida.

O Brasil se considera como tal sem lembrar da Amazônia. O destino ainda não cumpriu seu fim com a região amazônica e sabemos que o Brasil nunca olhou com alegria para essa região. Os brasileiros das outras regiões do país sequer sabem o que acontece na Amazônia e como esses brasileiros vivem, sempre demonstrando um ar de desconforto.

Enquanto os demais brasileiros fazem questão de esquecer da Amazônia, outras nações buscam conquistar seu povo. Não é raro você encontrar algum estrangeiro numa das capitais dos estados da Amazônia.

No interior da floresta também podemos encontrar vários estrangeiros pesquisando as plantas, registrando os bichos e levando para seus países as patentes de remédios e demais produtos retirados da floresta.

O descalabro do governo é gritante. Um exemplo é a BR 319 que liga as cidades de Porto Velho à Manaus, com mais de 800 km, hoje serve apenas para ter em sua margem o cabo de fibra óptica da Embratel que leva internet de banda larga.

O Governo já prometeu refazer a estrada, mas não cumpre sua palavra. Essa responsabilidade de manter a estrada indiretamente fica por conta da própria Embratel para cuidar de seu cabo óptico.

O desgosto do povo da Amazônia é imenso por fazer parte de um país que sequer lhe presta a atenção necessária e os cuidados para o desenvolvimento, deixando de criar oportunidade ao seu povo para gerar riqueza e emprego.

O Governo precisa desenvolver a Amazônia; precisa resgatar sua dívida. O desenvolvimento trará paz, alegria e vida para o povo mais guerreiro e orgulhoso de ser Brasileiro.

Carga tributária do Brasil.

Que o Brasil é um país continental, isso todos sabemos. Que o Brasil é um país com uma carga tributária vigorosa e alta, isso todos sabemos. Que o Brasil faz de tudo para complicar o desenvolvimento com imposto, isso todos sabemos.

A Federação das Indústrias de São Paulo – FIESP, divulgou estudo que comprova tudo o acima exposto, mas prova a origem em valores. Afirma o estudo que no ano passado as indústrias gastaram R$24,6 bilhões de reais apenas para escriturar e pagar impostos.

Desse total, R$ 6 bilhões foram pagos por pequenas empresas, as médias foram R$ 5 bilhões e as grandes gastaram R$ 13,6 bilhões. Somado a isso, o estudo mostrou que uma empresa média gastou no ano passado 2.600 horas/ano para pagar imposto e demais contribuições.

Os tributos que mais apresentam reclamações dos empresários são o PIS, Confins e ICMS. Atesta ainda o estudo que a Receita Federal faz de tudo para complicar cada vez mais a atividade industrial, quando poderia fazer o contrário.

Isso prova o que já havia abordado em outros textos, que no Brasil de hoje, as empresas que geram renda, os empresários que criam emprego e os profissionais liberais que pagam seus impostos, são tratados pelo Governo como os maléficos da nação.

O certo é o errado. No Brasil de hoje faz certo quem rouba, quem é político ladrão, quem busca enganar o sistema, esses são os benfeitores da nação. A Receita age em punir quem quer desenvolver o País e aceita as ações daqueles que querem sugar o Estado a qualquer custo.

Esperamos que isso mude e mude logo, caso contrário, o povo que saiu em junho e julho nas passeatas, em vez de apenas gritar, vai começar a quebrar geral. Ninguém aguenta mais essa carga tributária louca que é imposta no Brasil de hoje e nos últimos 13 anos.

Tudo é motivo para desculpar a Bovespa.

Passa dia, passa noite, e tudo é motivo para tentar corrigir a Bovespa. Se existe guerra a vista, a bolsa despenca; se o Fed vai começar a diminuir a compra de título, a bolsa desmorona; se o Congresso dos EUA vão aprovar o aumento da dívida, a bolsa cai. Tudo serve para empurrar a Bovespa para baixo. Nada é feito para subir. Incrível como não ocorrem notícias boas para que o Mercado possa subir e subir.

Se pelo menos o Governo do Brasil fizesse sua parte em diminuir o déficit, aumentar a receita, acabar com a burocracia estatal e melhorar o atendimento aos cidadãos, poderíamos ter uma economia mais estável e não necessitando fortemente de recursos externos. Pelo resto do mês e início de outubro ficaremos com o orçamento americano em voga, o que leva o capital a especular diariamente.

Vamos ver quais serão os novos impulsionadores da volatilidade do Mercado.

Leilão de Confins, finalmente a realidade.

Quem já esteve no aeroporto de Confins, mesmo que por escala, sabe que seu movimento não justificava a exigência do edital antigo para que os participantes do leilão tivessem portfólio de no mínimo 35(trinta) milhões de passageiros/ano em administração de outros aeroportos.

Com a revisão feita nessa semana e a diminuição para 20(vinte) milhões de pessoas/ano, mais firmas poderão participar e a competição poderá ser mais salutar.

O aeroporto de Confins precisa de uma mudança em sua estrutura para possibilitar melhor uso. Um exemplo são os portões de embarques. É raro o embarque realizado no portão indicado, a porta de saída nunca coincide com o túnel de embarque.

Outra importante solução que necessita de urgência em sua implantação, é o serviço de táxi. Uma corrida do aeroporto ao centro custa R$120,00; do centro ao aeroporto custa R$100,00. É um verdadeiro assalto sem arma, uma falta de caráter e respeito com o passageiro. Dependendo do valor da passagem, o táxi é mais cara que a passagem de avião.

O futuro concessionário deverá observar os serviços acessórios para melhor incentivar o passageiro a utilizar o aeroporto. Não basta ser lindo e eficiente para pouso e decolagem, deve também, ser acessível.

Dinheiro sobrando. Cuidado!!!

Começa a se firmar nas opiniões dos economistas e no mercado em geral, que o volume financeiro de dinheiro em circulação já está elevado. O grande medo, é que os investidores comecem a ficar destemidos e passem a aplicar sem planejamento, arriscando com o dinheiro e gerando uma bolha.

O risco de um efeito crise pode ocorrer de forma generalizada, levando a mais um colapso econômico global depois do último em 2008. Existe uma grande liquidez no mercado – falamos em blog anterior – e as tesourarias dos grandes bancos mundiais estão abarrotadas de recursos.

Num primeiro momento pós crise 2008, os bancos seguraram os empréstimos para fazer liquidez. Acontece que sem empréstimos e investimentos não terão retorno, minguando seus lucros. Será necessário que a volta dos empréstimos ocorram, podendo levar alguns bancos a esquecer de exigir garantias reais.

Assim, é fundamental que se busque encontrar uma forma de garantir o retorno aos investimentos com um colchão de lastro. Difícil solução? Sim. Todavia, necessário para não criar nova crise. Essa solução deve ser encontrada logo pelos Bancos Centrais antes que o Fed reduza a compra dos títulos para não prejudicar ainda mais os países emergentes.

R$1.000.000,00 de salário por semana.

Você gostaria de ter um salário de R$1.000.000,00(um milhão de reais) por semana? Eu gostaria. Mas o felizardo desse quantia é o português Cristiano Ronaldo, jogador do Real Madri, time de futebol da Espanha.

A questão é saber se ele se paga para o clube? Bem, pelas informações colhidas, se paga e muito. Sobram quase 30(trinta) vezes mais para o clube quando comparado com o valor anual pago ao jogador.

Por dia o Real Madri vende 3(três) mil camisas do jogador ao valor de R$260,00(duzentos e sessenta reais) cada com total diário de R$780.000,00(setecentos e oitenta mil reais).

Considerando apenas a semana de segunda à sábado, temos que num mês vende-se R$20.280.000,00(vinte milhões duzentos e oitenta mil reais), que no ano R$243.360.000,00(duzentos e quarenta e três milhões trezentos e sessenta mil reais).

Além dessa receita, o clube terá direito a 50% da imagem do jogador que no ano passado rendeu R$260.000.000,00(duzentos e sessenta milhões de reais), perfazendo um receita de imagem de R$130.000.000,00(cento e trinta milhões de reais).

Total de receitas com o jogador: R$373.360.000,00.

Total de despesa com o jogador: R$12.000.000,00.

Lucro bruto: R$361.360.000,00

O lucro bruto do clube pelo salário pago chega a 30(trinta) vezes por ano. Um investimento ímpar e sem comparação no mundo atual. Bom negócio para ambas as partes. Melhor para o Real Madri.